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NEOpseudoSUPRAhiperULTRAsuperMEGApower do Werneck |
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 Só pra mostrar velhas novidades que estou lendo. O primeiro é do Thomas Pynchon e foi meu irmão que me emprestou. O autor é uma espécie de J. D. Salinger e Dalton Trevisan. Um velho recluso que não se deixa fotografar e muito menos entrevistar. Os Jogos Surrealistas tem André Breton e os surrealistas no meio da história, o do Pennac trata leitura, leitura e leitura, o do Schopennhauer é muito controverso, pois versa sobre como escrever e por que não ler. E assim vai indo o barco rio acima, sem motor e sem vento.
Escrito por Rui Werneck de Capistrano ?s 14h23
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Auto-retrato: primeira ampliação
Hoje ela não desceu do ônibus. (Quem é ela? Boa pergunta. Nem eu sei. E, talvez você já queira saber demais, afinal, mal comecei a história.) Ou, perdi a hora. Justo hoje que eu resolvi que iria tirar uma foto dela, logo que ela pusesse os pés na calçada. (Não sei o que me deu na cabeça de tirar uma foto dela. Não tem propósito definido. Nunca vi ninguém fazer isso. Dá até para rir. Mas, eu não rio.) Todos os dias, no ônibus que pára às nove e trinta e quatro, ela vem, desce e segue na direção contrária à da mão da rua. (Na verdade, vi umas três vezes que ela parou nesse horário. É difícil provar uma coisa dessas. Não estou na janela o tempo inteiro. Pode ter sido coincidência. Como tantas outras coisas na vida. A gente cisma com alguma coisa que se repete, digamos, duas vezes e já acha que é para sempre.) Já tentei chamar a atenção com alguns gestos. (Fechando e abrindo a janela depressa, por exemplo. Para ver se o barulho faz ela olhar. Mas, o que eu faria se ela olhasse?) Ela desce e vai embora. Perco de vista logo que começa o muro. Ou seja, em dois segundos. E não volto a vê-la até o dia seguinte. (Isso é meio improvável, também. Não quer dizer que espere por ela todos os dias. Estou exagerando. Não é fixação, não. É apenas um jogo que criei depois que olhei para ela descendo do ônibus pela primeira vez. Nem seria amor à primeira vista. Nem quereria falar com ela. Acho que...) De todas as pessoas que descem ali naquele ponto, em dezenas de ônibus matinais, ela me chamou atenção. É bonita, sim. (Outra coisa que não posso definir bem. Ela fica dois segundos ou pouco mais à vista. Acho que é pelo jeito de se vestir, pelo porte. Sei lá, não quero pensar muito nisso agora.) Mas, tem outras bonitas que descem ali! (De novo, me faltam dados para achar as outras bonitas ou não. Daqui de cima, vejo de um jeito. Quem sabe de outro ponto de vista?) Não sei o que foi mesmo que vi nela. Hoje ia tirar uma foto e tentar vê-la mais de perto, depois. (Pode ser uma terrível mancada. Uma foto não diz nada da pessoa. Faltam os gestos, o jeito de andar, o modo de ajeitar os cabelos, um trejeito qualquer que seja a marca da pessoa.) Vai ver o motorista parou lá perto da esquina, que não vejo da janela. Fez uma gentileza e ela saltou na esquina. (Por que ponho o motorista na história? Sempre tem que ter um concorrente, um outro interessado. Nem deve ser sempre o mesmo. Mas, isso pode acontecer. Ninguém é bobo. E ela é bonita, chama a atenção.) Ou, como sempre acontece, chegam dois ou mais ônibus no mesmo momento e eles param em fila. (Esses ônibus são todos da mesma cor. De vez em quando passa um diferente. Nem sei de onde ela vem. Que é de um bairro mais distante, isso é. Confunde a cabeça.) O dela pode ter sido o último e foi escondido pela árvore. (Realmente, fica uma fila de ônibus. O que vem na frente pára lá longe do ponto coberto. Os outros vão parando atrás. Em dia de chuva, já viu o que acontece. Quem não tem guarda-chuva ou sombrinha...) Em todo caso, tem sempre alguém que interfere na nossa vida. Se o motorista foi gentil com ela e parou na esquina, me prejudicou logo no dia que resolvi tirar a foto. Preparei a câmara, abri a janela e fiquei de olho no relógio. (A espera não é fácil. Tudo pode acontecer. E se eu me viro para olhar alguma coisa aqui dentro e o ônibus passa? E se a câmara não está ligada? E se meu relógio não está bem certo? A expectativa, no entanto, é de que tudo dê certo e eu consiga a foto. Depois? Nem sei o que vou fazer. Pode acabar o jogo. Posso simplesmente me cansar dele.)
Escrito por Rui Werneck de Capistrano ?s 13h54
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Deu nove e trinta e quatro e nada do ônibus. (Quem diz que um ônibus passa tão em cima do horário? Deve ter fiscais para o horário deles, mas quem fiscaliza o trânsito? Uma batida numa esquina qualquer, entre dois carros, e a rua fica fechada. Uma chuva, com vento, mais forte derruba árvores. São tantas as variantes...) Esperei, primeiro, sem aflição. O trânsito podia estar ruim, mesmo. Depois, comecei a ficar impaciente. Deu nove e quarenta e nada dela. (Depois desse horário, os ônibus dificilmente param no nesse ponto. Passam depressa mais pelo meio da rua.) Será que o ônibus passou antes? Não teria jeito de saber. As coisas nunca acontecem no horário marcado. Tantas possibilidades e eu com a câmara na janela. (Dá na mesma dizer câmara ou máquina fotográfica. Dá na mesma dizer. Câmara parece mais de cinema.) Se alguém me visse, pensaria o quê? Um bobo invadindo a privacidade dos outros. Não adiantava fingir. Não adiantava nada. Agora penso que não tenho nada a ver com a moça. E ela, muito menos tem a ver comigo. Se me visse tirando a foto poderia me xingar, poderia nunca mais descer nesse ponto. Uma série de coisas. Duvido que sorrisse, isso é verdade. Seria uma surpresa para ela e as pessoas, quando são pegas de surpresa não riem. Ficam, no máximo, com cara de bobos, indiferentes. Será que o motorista também está caído por ela? Fez a gentileza de parar na esquina só para ela. Ele tem esse trunfo. Um sorriso, um ‘obrigada’, um ‘de nada’ e ele já tem prioridade na vida dela. (A força desse minuto que marca a passagem de um desconhecimento total entre duas pessoas e a primeira troca de palavras é algo que ninguém explica. Por que estamos tão distantes de alguém que é nosso semelhante? Por que tantas exigências para que a gente conheça alguém? Tem que ter tantas afinidades...) Pelo menos na atenção dela. Ela vai, decerto, contar para as amigas, pais, irmãos. (Já estou inventando a vida dela aqui. Imagino que seja até casada ou tenha namorado. Que tenha tido decepção grande e não goste de mais ninguém. Se ela vem sempre sozinha, está sempre sozinha, Será que ela dá risada alta quando está numa festa? Será que é daquelas espalhafatosas no bar? Ou é quieta, estudiosa e vai se formar em enfermagem? Que idade tem? Não dá para saber. Pode ser bem mais nova do que eu. Aparências enganam, não é?) Vai se sentir privilegiada. Vai sorrir para ele nas outras viagens. Quem sabe o que ele já terá maquinado para a seqüência? As pessoas precisam de atenção, de colinho. (Ao mesmo tempo, como estou contando aqui, a gente evita contatos com estranhos. Escreve na testa um mantenha a distância e fim de papo.) Eu não tenho nada para oferecer a ela. Um estranho completo por trás de uma janela. Sou um nada para ela. Assim como para milhões de pessoas que cruzam comigo pelas ruas. Estranho é que a gente não é nada, nada mesmo, para alguém e, de repente, por um acaso, passa a ter significância. Uma porta que se abre para uma pessoa, e ela fica agradecida e sorri. Pronto. Catalogou nossa aparência, nossa educação. Pode até colocar num arquivo de pessoas prováveis para se conhecer melhor. Isso é uma conquista e tanto. Em compensação, quando ocorre o contrário, a lei da indiferença é mortal. Pode-se cair num arquivo morto e ficar lá para sempre. (Quem já não passou por isso? Não tem nada pior do que a indiferença.) Às vezes, achamos que o motivo é tão fútil que dá raiva. Parece fácil apagar tudo e reconquistar o direito de atenção. Não é bem assim. Quem já tentou, sabe o quanto estamos distantes de uma pessoa que não gosta de nós. (Mesmo das que gostam estamos distantes. Na verdade vivemos sempre na nossa própria companhia. Ninguém diz tudo o que está pensando, o que sonha e o que deseja, seja para a mulher, a namorada, o marido, a mãe, o pai. A solidão persiste pela vida inteira. Você pode um dia querer dar um grito: ‘Ei, pessoas, parem com isso. Olhem-se nos olhos, sorriam e sejam amistosas. Ninguém escapa do fim único’. Cada um parece mais um navio enorme que apita bem forte, no meio do nevoeiro, para alertar os outros: ‘Se afastem ou haverá colisão fatal!’)
O motorista pode ter levado vantagem. Ainda mais com a ameaça de chuva. Ela adorou ficar na esquina, mais perto do lugar aonde vai todos os dias. O motorista sabe que ela desce ali. Já deve tê-la espiado pelo retrovisor do ônibus. Ela aperta a campainha e fica perto da porta. Aí, ela desce e a gravação diz ‘atenção, a porta será fechada’. (É tudo mecanizado. Melhor obedecer ou a porta fecha em cima.) E ela se fecha. Na certa ele se aproveitou da ameaça de chuva e carregou na gentileza. Será que estava há tempos esperando a deixa? Com certeza, outras mulheres do ônibus ficaram com inveja. Eu não tenho como me aproveitar de uma ameaça de chuva ou de qualquer outra coisa. Ele tem o ônibus. E sabe usar para conquistas. (Se ele conseguir, sorte dele. É mais um perdido que tenta se aproximar dos outros. É a vida que vai indo de cambulhada, enrolando a gente. E quanto mais ela passa, menos tempo sobra. O motorista está na batalha, está na luta. Não é contra mim. Nem nunca me viu. É contra alguma coisa muito maior e mais forte do que nós mesmos. Arrasta tudo. Não temos mais muita chance de perguntar, de tentar saber. Quanto mais o mundo avança, mais fica complexo. É um buraco sem fundo.)
Vou ficar só na espera de poder tirar uma foto, ampliar e vê-la mais de perto. (Tive a idéia de tirar uma foto de outra mulher qualquer descendo do ônibus, só para ver como ficaria a da moça. Foi uma decepção. Minha câmara – ou máquina, dá na mesma –, não é tão boa. É digital e tudo. Só que a lente é fraca. Nem dá para ver o rosto da pessoa direito. Ampliei e ficou pior.) Amanhã ou depois. (Ia tentar outra foto, mas um cara estava me olhando fixo lá de dentro do ônibus. Tive que despistar e apontar a câmara para o céu. Foi um susto!) É o máximo que posso fazer sem que ela se irrite, me xingue e nunca mais desça nesse ponto. Isso pode mudar muito a vida dela. O outro ponto é mais longe. Criaria um transtorno na vida dela. E na minha, também. Não quero isso. Mas, será que já não criei só por pensar nisso?
Escrito por Rui Werneck de Capistrano ?s 13h54
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Identificção: identifique-se
Documentos necessários para obtenção de Carteira de Identidade: original ou cópia autenticada, nítida e sem emendas ou rasuras da Certidão de Nascimento; certificado autenticado de participação no Seminário de Satisfação de Necessidades Radicais no Séc. XXI (200 horas); Certidão de Casamento (casados e/ou viúvos); Prova escrita de Simultaneidade Vivencial entre Trabalho, Lazer, Estudo e Vagabundagem; Certidão de Casamento com averbação (separados, desquitados ou divorciados); Atestado de Amasiado/a (comprovação de amigos de boteco ou amigas de salão de beleza); comprovante de ciência das origens do Homem, suas andanças na Terra desde o desaparecimento dos dinossauros e posição na Via-Láctea; duas fotografias 3x4, iguais, recentes, uma em preto e branco; tíquete de caixa do McDonald’s de Taiwan, prova de correta interpretação da frase de Juan Gris “J’aime l’émotion qui corrige la règle” em contraposição à de Georges Braque: “J’aimé la règle qui corrige l’émotion” (em três vias); comprovante do recolhimento da taxa de segurança; proposição escrita para aumento do barbante do ioiô sem prejudicar a camada de ozônio. Os interessados deverão comparecer à Delegacia de Polícia mais próxima acompanhados de advogado e radinho de pilha.
P.S.: Favor não trazer poodle ou tio doido.
P. S. 1: Revogam-se todas as disposições a favor.
P.S. 2: Se você ainda não se identificou, corre sério risco de não ser chamado para receber (mediante módica quantia) os 80 Óleos Santificados dos 101 Sábios de Sião.
A DIRETORIA
Escrito por Rui Werneck de Capistrano ?s 17h09
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Auto-retrato
Hoje ela não desceu do ônibus. Ou, perdi a hora. Justo hoje que eu resolvi que iria tirar uma foto dela, logo que ela pusesse os pés na calçada. Todos os dias, no ônibus que pára às nove e trinta e quatro, ela vem, desce e segue na direção contrária à da mão da rua. Já tentei chamar a atenção com alguns gestos. Ela desce e vai embora. Perco de vista logo que começa o muro. Ou seja, em dois segundos. E não volto a vê-la até o dia seguinte. De todas as pessoas que descem ali naquele ponto, em dezenas de ônibus matinais, ela me chamou atenção. É bonita, sim. Mas, tem outras bonitas que descem ali! Não sei o que foi mesmo que vi nela. Hoje ia tirar uma foto e tentar vê-la mais de perto, depois. Vai ver o motorista parou lá perto da esquina, que não vejo da janela. Fez uma gentileza e ela saltou na esquina. Ou, como sempre acontece, chegam dois ou mais ônibus no mesmo momento e eles param em fila. O dela pode ter sido o último e foi escondido pela árvore. Em todo caso, tem sempre alguém que interfere na nossa vida. Se o motorista foi gentil com ela e parou na esquina, me prejudicou logo no dia que resolvi tirar a foto. Preparei a câmara, abri a janela e fiquei de olho no relógio.
Deu nove e trinta e quatro e nada do ônibus. Esperei, primeiro, sem aflição. O trânsito podia estar ruim. Depois, comecei a ficar impaciente. Deu nove e quarenta e nada dela. Será que o ônibus passou antes? Não teria jeito de saber. As coisas nunca acontecem no horário marcado. Tantas possibilidades e eu com a câmara na janela. Se alguém me visse, pensaria o quê? Um bobo invadindo a privacidade dos outros. Não adiantava fingir. Não adiantava nada. Agora penso que não tenho nada a ver com a moça. E ela, muito menos tem a ver comigo. Se me visse tirando a foto poderia me xingar, poderia nunca mais descer nesse ponto. Uma série de coisas. Duvido que sorrisse, isso é verdade. Seria uma surpresa para ela e as pessoas, quando são pegas de surpresa não riem. Ficam, no máximo, com cara de bobos, indiferentes. Será que o motorista também está caído por ela? Fez a gentileza de parar na esquina só para ela. Ele tem esse trunfo. Um sorriso, um ‘obrigada’, um ‘de nada’ e ele já tem prioridade na vida dela. Pelo menos na atenção dela. Ela vai, decerto, contar para as amigas, pais, irmãos. Vai se sentir privilegiada. Vai sorrir para ele nas outras viagens. Quem sabe o que ele já terá maquinado para a seqüência? As pessoas precisam de atenção, de colinho. Eu não tenho nada para oferecer a ela. Um estranho completo por trás de uma janela. Sou um nada para ela. Assim como para milhões de pessoas que cruzam comigo pelas ruas. Estranho é que a gente não é nada, nada mesmo, para alguém e, de repente, por um acaso, passa a ter significância. Uma porta que se abre para uma pessoa, e ela fica agradecida e sorri. Pronto. Catalogou nossa cara, nossa educação. Pode até colocar num arquivo de pessoas prováveis para se conhecer melhor. Isso é uma conquista e tanto. Em compensação, quando ocorre o contrário, a lei da indiferença é mortal. Pode-se cair num arquivo morto e ficar lá para sempre. Às vezes, achamos que o motivo é tão fútil que dá raiva. Parece fácil apagar tudo e reconquistar o direito de atenção. Não é bem assim. Quem já tentou, sabe o quanto estamos distantes de uma pessoa que não gosta de nós.
O motorista pode ter levado vantagem. Ainda mais com a ameaça de chuva. Ela adorou ficar na esquina, mais perto do lugar aonde vai todos os dias. O motorista sabe que ela desce ali. Já deve tê-la espiado pelo retrovisor do ônibus. Ela aperta a campainha e fica perto da porta. Aí, ela desce e a gravação diz ‘atenção, a porta será fechada’. E ela se fecha. Na certa se aproveitou da ameaça de chuva e carregou na gentileza. Será que ele estava há tempos esperando a deixa? Com certeza, outras mulheres do ônibus ficaram com inveja. Eu não tenho como me aproveitar de uma ameaça de chuva ou de qualquer outra coisa. Ele tem o ônibus. E sabe usar para conquistas.
Vou ficar só na espera de poder tirar uma foto, ampliar e vê-la mais de perto. Amanhã ou depois. É o máximo que posso fazer sem que ela se irrite, me xingue e nunca mais desça nesse ponto. Isso pode mudar muito a vida dela. O outro ponto é mais longe. Criaria um transtorno na vida dela. E na minha, também. Não quero isso. Mas, será que já não criei só por pensar nisso?
Escrito por Rui Werneck de Capistrano ?s 17h05
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NOTÍCIAS LITERÁRIAS 1) Há uma discussão importante sobre a atividade literária, prestes a acontecer em Brasília, promovida pelo Ministério da Cultura. Sugiro que fiquemos todos atentos e estejamos prontos para contribuir. Acompanhe no sítio e nol blogue do Alexandre Marino (de Brasília, Distrito Federal) (tem linque aqui). 2) O Luiz Alberto Machado tem sempre novidades no sítio dele, diretamente de Pernambuco (BR), vá e veja: www.luizalbertomachado.com.br 3) Tem exposição de fotos dos cangaceiros no MIS, em São Paulo. Lampião e seu bando.
 E chega, pra não cansar seus olhinhos domingueiros. Abraços, Werneck
Escrito por Rui Werneck de Capistrano ?s 12h22
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