| |
Bom-bom fim-fim de semana pra rapaziada...

Escrito por Rui Werneck de Capistrano ?s 19h07
[]
[envie esta mensagem]
|
|
| |
 Essa foto tem algo de mágico... Praça Djema el Fna - Marrocos
Escrito por Rui Werneck de Capistrano ?s 14h03
[]
[envie esta mensagem]
|
|
| |
Instantes da estante
 Pra uma sexta-feira... arquetipicamente esperançosa...
Escrito por Rui Werneck de Capistrano ?s 13h36
[]
[envie esta mensagem]
|
|
| |
 A bela e a chuva
Escrito por Rui Werneck de Capistrano ?s 13h29
[]
[envie esta mensagem]
|
|
| |

Escrito por Rui Werneck de Capistrano ?s 13h20
[]
[envie esta mensagem]
|
|
| |
Não viva esperand , espere vivend .
Escrito por Rui Werneck de Capistrano ?s 13h12
[]
[envie esta mensagem]
|
|
| |
 Especial pro Careqa...
Escrito por Rui Werneck de Capistrano ?s 19h05
[]
[envie esta mensagem]
|
|
| |

“A brevidade da vida, a rudez dos sentidos, o torpor da indiferença e ocupações sem proveito nos permitem conhecer muito pouco. Repetidamente, o veloz olvido, ilusão do conhecimento e inimigo da memória, sacode do espírito, com o tempo, até o que sabemos.” Tomás de Aquino
Escrito por Rui Werneck de Capistrano ?s 16h46
[]
[envie esta mensagem]
|
|
| |

Acho incrível uma charge provocar tanta ira. Mas, analisando bem, como diz o grande Tom Capri sobre o mundo atual, eles estão brigando mesmo é pela miserável condição social em que vivem no Paquistão. A charge foi apenas o estopim. Estão brigando contra o sistema. Contra a opressão. E, mais uma coisa, as mulheres não participam das manifestações de rua. Acho que nisso elas saem ganhando.
PS. Hoje, 20 de fevereiro, soube que as charges já haviam sido publicadas cinco meses antes sem causar nada. Então, confirma-se a tese acima: PURA REVOLTA CONTRA ELES MESMOS.
Escrito por Rui Werneck de Capistrano ?s 11h55
[]
[envie esta mensagem]
|
|
| |
 Feliz dia de chuva e frio... Enquanto isso, no Haiti... buuuummm!
Escrito por Rui Werneck de Capistrano ?s 08h59
[]
[envie esta mensagem]
|
|
| |
Coelo calamitoso e outras bossas
1
As pessoas que dizem que não comem carne
porque vem de animal vivo não deviam ler,
pois livro vem de árvore viva.
2
Livro é a reencarnação da árvore. Tem até folhas.
3
O futuro é muito previsível. Logo que chega, vira presente.
4
O novelo é o marido da novela.
E como são enrolados!
5
O pai da genética foi Mendell.
Mas a mãe é desconhecida.
6
Dei com os burros n’água. Eles sabiam nadar. Eu não.
Escrito por Rui Werneck de Capistrano ?s 08h51
[]
[envie esta mensagem]
|
|
| |
"Chuva em que cada gota aprisiona um arco-íris"
Prof. Butterfield
1
Bons modos
Em vez de pegar touro à unha,
prefiro comer bife com a mão.
2
Pra ser o centro das atenções
é só ser meio excêntrico.
3
Se todo político é ladrão
quem vota tem cem anos de cadeia,
sem perdão.
4
Único que pode se repetir por cem anos
e você nem liga é o relógio.
5
Quando a gente acerta na mosca, geralmente mata.
mas vive nas altas esferas da pirâmide social.
6
Quando a gente acerta na mosca, geralmente mata.
A árvore dá caderno, lápis e borracha.
Daí você senta e escreve um Tratado de
Defesa da Flora.
Escrito por Rui Werneck de Capistrano ?s 08h48
[]
[envie esta mensagem]
|
|
| |
Coffee break and other thinks
1
Me atraem muito as atividades de risco.
Desenho, por exemplo.
2
A impontualidade é o ponto final
do encontro.
3
O estilo é o tesouro e
linguagem é a tesoura do escritor.
O inverso também é válido.
4
A alma vai embora porque não agüenta o mau cheiro
do corpo em decomposição.
5
Maresia é o mau cheiro que vem do cais.
Heresia é o que vem da igreja.
6
Quem paga pra ver os pobres chegarem ao poder,
tem que ser bem rico.
Escrito por Rui Werneck de Capistrano ?s 08h46
[]
[envie esta mensagem]
|
|
| |
5 drops de hortelã
A gente está bem quando sabe que o futuro chega e empurra os dias pra trás, mas se consegue ficar no presente.
Cérebro fechado é igual guarda-chuva fechado: só serve pra bater nos outros.
A maior preocupação é chegar um dia e não ter mais preocupações. Mas, aí, já vai ser tarde.
O homem foi feito pra guerra. A mulher, pra colocar sal nas feridas.
Esperar por acontecimentos novos é o mesmo que aguardar um ataque de índios usando armas a laser.
Escrito por Rui Werneck de Capistrano ?s 22h18
[]
[envie esta mensagem]
|
|
| |
A ARTE DE DESPISTAR CHATOS
Sempre é bom ouvir as duas partes envolvidas em uma questão. Se ouvirmos uma só, tendemos a acreditar nela e ficar a favor. Um caso interessante por ser tirado da vida do grande artista alemão Goethe. Li três ensaios sobre ele: de Paul Valéry (Discurso em honra a Goethe), de André Maurois (dentro de Arte de Viver) e de Somerset Maugham (dentro de Pontos de vista). Claro que não vou nem resumir nada aqui. Calma, não largue já o NeoPseudo...!, seu chato! Vou apenas citar uma passagem. Dizem que Goethe tinha fama de muito chato para com visitantes. Schiller, poeta, se tornou amigo íntimo de Goethe, mas confessou em carta a um amigo que ele sabia agradar e cativar, mas estava sempre livre e soberano, sendo egoísta ao extremo. Schiller disse que ficaria infeliz se convivesse muito com Goethe. Isso foi citado por S. Maugham. Valéry diz que, em qualquer relação humana, Goethe sentia logo ‘todas as forças da impaciência invadirem-no’ e nada o mantinha junto de alguém mais do que o necessário. André Maurois citou coisas do próprio Goethe que dizia: “Quem quer fazer alguma coisa pelo mundo, deve velar para não se deixar prender por ele”. Escreve Maurois: “Quando, apesar das ordens dadas, um importuno forçava a porta de Goethe, era depressa desencorajado pela atitude glacial do seu interlocutor. Goethe cruzava as mãos nas costas e se calava. Se o visitante era de qualidade, Goethe tossia e dizia: “Hum! Hum! So... So…” e mais que depressa a conversação morria”. “So”, em alemão, quer dizer, mais ou menos, “Ah, tá!” Maugham diz, em honra a Goethe, que aquele algo inumano nele permitiu que nos deixasse Fausto e Wilhelm Meister. Valéry diz que Goethe é “Mestre mais erudito e mais nobre da arte de viver e de aprofundar o gosto pela vida”. Johann Wolfgang von Goethe viveu 82 produtivos anos, livrando-se dos chatos. E a gente ainda não sabe como afastar dos que invadem nossa vida! Fica o provérbio: o segredo do insucesso é querer agradar a todos.
Werneck, editor
Escrito por Rui Werneck de Capistrano ?s 22h13
[]
[envie esta mensagem]
|
|
| |

Dance me to the end of love. Homenagem ao Leonard Cohen, canadense que canta.
Escrito por Rui Werneck de Capistrano ?s 22h01
[]
[envie esta mensagem]
|
|
| |
 A bela ri do rio que corre sorrindo
Escrito por Rui Werneck de Capistrano ?s 21h48
[]
[envie esta mensagem]
|
|
| |
 Lugares maravilhosos e suas descrições nem tanto
“Fui ao Cairo e depois nos levaram pro meio do deserto. De cara já não gostei que minha sandália nova ficou cheia de areia. Aí fizeram a gente entrar numa caverna onde tinha desenhos e esculturas valiosas. Do que vi posso dizer que não gostei de nada. Tirei essa foto pra mostrar que os caras antigos só faziam esculturas nas paredes e de lado. Diz que estavam adorando o sol mas parece mais chuva ou água caindo de um buraco. Se isso tem valor astronômico acho que os desenhos que os moleques fazem nas paredes dos prédios vai valer milhões no futuro. São muito mais bonitos e coloridos.” Janete
Escrito por Rui Werneck de Capistrano ?s 21h19
[]
[envie esta mensagem]
|
|
| |
O clímax do movimento flagelante
Sepulcro é uma palavra muito chique
– só se usa em dia santificado.
Ignorância alheia é uma coisa que está presente
mesmo que você esteja sozinho.
O direito de cada um termina quando o outro tem mais dinheiro pra contratar o advogado melhor.
Não se importe se tem dupla personalidade.
Andando, andando, você acaba numa encruzilhada.
E cada uma vai prum lado.
A válvula de excreção do cérebro
é a boca.
Acertando é que se aprende o que é certo.
Todas as pessoas têm o sagrado direito de ir-e-vir.
Desde que não invadam a minha pista.
Moderado é aquele que chegou tarde na fila dos excessos.
Por trás do insulfilm dos vidros do carro tem
sempre um cara doido pra aparecer.
Quando alguém diz que estará com você até o fim
numa situação adversa, pode ficar descansado
porque o fim ainda está muito longe.
O grande problema da História é que o fim dela não condiz com o enredo.
Escrito por Rui Werneck de Capistrano ?s 20h41
[]
[envie esta mensagem]
|
|
| |
Os fins justificam os e-mails?
Velho é o cara que só é contemporâneo dos geriatras.
Dê-me uma cerveja gelada e um sofá de apoio
e não me moverei no mundo.
Como espécie evoluímos muito. Porém,
como indivíduos, regredimos muito mais.
Intuição é achismo com Ph. D.
Misantropo masoquista é aquele que torce pra alguém
ligar sexta-feira à noite só pra dizer que não vai sair.
Ninharia é uma coleção de coisa pouca.
Quem se mata de trabalhar, merece o pouco que ganha.
Tem Ph. D.?
Pho. Da. se.
Escrito por Rui Werneck de Capistrano ?s 20h40
[]
[envie esta mensagem]
|
|
| |
Por oito minutos e quarenta e dois segundos as mãos se movem
Ela ainda dormia. Mozart entrou devagarinho na sala, sentou ao piano. Escutou a música infernal da chuva e logo suas mãos se estenderam sobre as teclas. Os dedos pingaram levemente sobre as brancas e as pretas. A janela se abriu e um raio de sol invadiu a cabeça dele. Surgiram notas entrelaçadas e combinadas na mais alta rotação.
Ele estava no sofá, com os pés em cima da cadeira mais próxima. Os olhos fechados, mas sem dormir. Divagava ao som da música. O corpo estava pesado. Porém, completamente vazio. Inerte. Não havia conexão nos pensamentos – nem passado, nem presente, nem futuro. O tempo era uma ameba gigante e sem vida. Foram os oito minutos e quarenta e dois segundos mais longos da história do mundo. A música de Mozart era tão sublime que não admitia mais nada. O que acontecesse depois seria um novo mundo ou a derrocada final. Mas Ele não sabia.
Ela ainda dormia. Cinco da tarde. Aquela quietude antes de uma grande tempestade. Sono, sono, sono. Sono que só tinha vontade de acabar de fosse para estar num outro mundo. Talvez novo. Ela dormia sem sonhos. Já estava acordada naquele outro mundo. Os cabelos em desalinho, o edredom meio caído para fora da cama, o rosto metido no travesseiro, as pernas derramadas. O cheiro morno persistia na semiobscuridade. E a noite se aproximava de novo.
Ele admitia a impotência de qualquer gesto. A música era paralisante embora libertadora. Derradeiros segundos do segundo movimento do concerto para piano número 20. A chuva insistia lá fora. A vigília dele estava terminando. O corpo deu sinal de vida. Levantou e foi até a porta do quarto. Respirava normalmente e não tinha nenhuma intenção. Ela se mexeu na cama. Adágio.
Werneck, do livro Ah, tá! (inédito)
Escrito por Rui Werneck de Capistrano ?s 20h21
[]
[envie esta mensagem]
|
|
| |
Março cinzento, abril vermelho, horas vagas
A melancolia da dissolução do mundo seguro se apossou dele. Alguém disparou a contagem regressiva e a bomba já exalava cheiro de terror e morte. As palavras do livro se misturavam em cada página e formavam exército estropiado em debandada. Colinas comunas urbanas confiança armada produção de mercadorias tempo irreversível era cristã burguesia sucessão das idades da vida corroído religião semi-histórica declínio da Idade Média forças técnicas da economia capitalista diante da estupefação subproduto da circulação de mercadorias. Ele levantou, jogou o livro sobre a mesa e puxou ar o quanto pode. Não segurou muito. Soltou pela boca aberta com ruído.
Ela ainda estava dormindo. Já passava das onze horas. Os vidros das janelas estavam embaçados. Ela dormia. A chuva continuava lavando a mesma roupa suja de todos os dias. Ela dormia de bruços. O sono era refúgio seguro. O quarto estava semiobscurecido pela cortina. Cheiro morno no ar. Os cabelos em desalinho. Pernas espalhadas.
Ele pôs água para ferver. Tirou o pote de café da geladeira, colocou duas colheres de pó no filtro, sobre a garrafa térmica. A água demorava ferver. Foi até a sala, pegou o livro, abriu, fechou. Escutou o barulho da água fervente. Moléculas loucas se atritando. Derramou a água sobre o pó de café. Cheiro bom. Ficou olhando a água ficar marrom.
Ela dormia. O cheiro morno do quarto. O cheiro do café. O cheiro de algo que não tinha cheiro, mas comprimia os pulmões e franzia o nariz.
Werneck, do livro Ah, tá! (inédito)
Escrito por Rui Werneck de Capistrano ?s 20h19
[]
[envie esta mensagem]
|
|
| |
Durma-se com um barulho destes...

Escrito por Rui Werneck de Capistrano ?s 20h13
[]
[envie esta mensagem]
|
|
| |
Convivendo impunemente
O quanto de toucinho tem na alma humana?
O que é vegetal nos nossos pensamentos?
O que é pedra-sabão no teu andar?
O que foi feito do jogo de jantar das boas maneiras?
Existe algum planeta nas articulações dos braços?
Já suspirou pela planta do pé?
Qual a função do câmbio automático no crescimento das unhas?
Quantas notas musicais separam os dentes?
Não, não me diga nada. Não responda. Apenas me olhe com o tanto de árvore que teus olhos se abrem. E sorria com o que é guarda-chuva nos lábios de muitos temporais atrás. Me contento com as folhas de papel em branco que me nascem no tronco.
Escrito por Rui Werneck de Capistrano ?s 20h12
[]
[envie esta mensagem]
|
|
| |

Escrito por Rui Werneck de Capistrano ?s 14h04
[]
[envie esta mensagem]
|
|
| |
O trigo intrigante...

Escrito por Rui Werneck de Capistrano ?s 13h34
[]
[envie esta mensagem]
|
|
| |
Viva Sharapova...
 Sharapova: 6 x 0, 6 x 0, 6 x 0...
Escrito por Rui Werneck de Capistrano ?s 12h39
[]
[envie esta mensagem]
|
|
| |

Escrito por Rui Werneck de Capistrano ?s 14h18
[]
[envie esta mensagem]
|
|
| |

Commentary, please! Comentário, por favor! Commentaire, si vous plait ! This blog is a place for friends from the entire world. Welcome, bienvenu, bienvenido. Portugueses, mexicanos, canadenses, norte-americanos, espanhóis, etc. Welcome and enjoy. Eppur si muove! Vouz écrivez. Lei scrive. Usted escribe. You write. Sie schreiben.
Escrito por Rui Werneck de Capistrano ?s 13h06
[]
[envie esta mensagem]
|
|
| |
 Enquanto isso, no Paquistão, protesto contra as charges do profeta matam duas pessoas.
Escrito por Rui Werneck de Capistrano ?s 12h40
[]
[envie esta mensagem]
|
|
| |
O estresse pega pelo pescoço
Diz num artigo médico que os animais são atacados pelos predadores, quase sempre, no pescoço. Uma dentada de leão no pescoço de um bisão ou de uma gazela é mortal. Nós, humanos, herdamos dos nossos ancestrais o medo dos predadores e, quando a tensão aumenta, tendemos a retesar a musculatura do pescoço. É uma forma instintiva de torná-lo mais resistente e fora de alcance dos golpes. Relaxar é difícil nos dias de hoje, apesar dos milhares de incentivos de todos os lados (programas de tevê, artigos em revistas, conselhos de todas as espécies). Não é raro que usemos expressões do tipo ‘tô com a corda no pescoço’, ‘tô com a água pelo pescoço’, ‘querem cortar meu pescoço’, ‘tô por aqui com isso’. Como sair dessa? Dizem que massagem é bom, que ducha quente diretamente no pescoço faz bem, que alongamento (rotacional do pescoço) é ótimo. O melhor mesmo seria que cada um cuidasse da própria cabeça e não enchesse o saco do outro, seja no trabalho, em casa, na rua. A lição antiga: não ponha empecilhos na frente dos outros. Assim, adeus, estresse!
Escrito por Rui Werneck de Capistrano ?s 11h57
[]
[envie esta mensagem]
|
|
| |
Vamos a la playa...
 Últimos dias de horário de Verão... 
Escrito por Rui Werneck de Capistrano ?s 09h38
[]
[envie esta mensagem]
|
|
| |
IMAGENS DA ÁFRICA
 Emprestei do blogue da Isabela, com texto e tudo:
“(...) Os pés dos pretos eram a minha escatologia preferida. Todos desconformes, mas todos iguais nos quilómetros palmilhados que neles criavam o calo que os insensibilizava à dor. Apetecia tocar-lhes, puxar-lhes as barbas de pele deformada como se puxa borracha. Eram troncos. Podiam pisar vidros, correr sobre carvão a arder, os pés dos negros não sentiam. Os bichos não os picavam. Os pés dos negros eram de madeira, de borracha, de carne já não eram.(...)”
Escrito por Rui Werneck de Capistrano ?s 09h27
[]
[envie esta mensagem]
|
|
| |
 Especial pro Fantini não abandonar a leitura do blogue. Ufa!
Escrito por Rui Werneck de Capistrano ?s 17h11
[]
[envie esta mensagem]
|
|
| |
Grande festa de formatura da Gradisca em Londrina (PR)
 A Gradisca, minha filha, com a mãe. Momento supremo.
 À esquerda, Gradisca, a mais linda formanda em Arquitetura na UEL (Londrina), na festa de sexta e sábado. Ueeeeeba!
Escrito por Rui Werneck de Capistrano ?s 11h58
[]
[envie esta mensagem]
|
|
| |
Instantes da estante:
 Manhã de segunda, esperando o apocalipse.
Escrito por Rui Werneck de Capistrano ?s 11h21
[]
[envie esta mensagem]
|
|
| |
Pequenos ditos à maneira dos grandes
Dos feios só se deve falar bem pelas costas. Quem vai na frente, bebe água limpa ou cerveja quente. O essencial é invisível para os cegos. Tudo vive de energia solar. Menos o Sol, que morre dela. Pela imaginação se vai a lugares inimagináveis que nunca estão lá. Cada um aqui se acha tão justo, bom e digno, que o problema deve ser do Brasil como país. Quando se chega à maioridade é que se vê que ela não é tão alta. E pode ser alcançada em qualquer idade. Se futebol tivesse lógica, o maior técnico seria Aristóteles. Filho pródigo é o que volta pra casa, de preferência, milionário. Viver de bem com a ex é a pior vingança. Casa onde entra um ladrão, entra uma quadrilha. O problema de clamar por Justiça pra si é que existem juízes e justiceiros. Falar bem do futuro é trair o presente. Coisa é inexplicável, mas explica tudo. Vida: não importa o quanto você vai em frente, porque está sempre voltando. A vida é a arte do encontrão. Depois, se juntam os pedaços. De grão em grão, a galinha enche o quintal de titica.
Escrito por Rui Werneck de Capistrano ?s 09h54
[]
[envie esta mensagem]
|
|
| |
| |
[ ver mensagens anteriores ] |
|