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NEOpseudoSUPRAhiperULTRAsuperMEGApower do Werneck |
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 Rodin pra uma sexta-feira cinzenta e SEM COMENTÁRIOS, né? Putz, faltou força? Que coisa...
Escrito por Rui Werneck de Capistrano ?s 13h47
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GANHANDO NO APITO
Se quiser saber mais sobre o escândalo das arbitragens, ACESSE:
http://www.coxanautas.com.br/noticias.php?id=6456
Tom Capri mandando bala no apito amigo.
Escrito por Rui Werneck de Capistrano ?s 18h56
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La question:

É possível entender uma escultura de Rodin sem nunca ter tocado, apalpado e sentido... o corpo de outra pessoa?
 É possível entender o ser humano sem nunca ter visto, apalpado e sentido uma escultura de Rodin?
Escrito por Rui Werneck de Capistrano ?s 15h19
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 ”Chi ha il coraggio di ridere è padrone del mondo.”
LEOPARDI (1798-1837 - durante a epidemia de cólera) foi, além de poeta, filósofo – um dos mais significativos do século XIX. Contemporâneo do filósofo alemão Arthur Schopenhauer, com quem dividia uma visão de mundo pessimista.
Aforismos filosóficos: • "Nada demonstra mais a grandeza e a força do intelecto humano, nem a altivez e nobreza do homem, do que o poder de o homem conhecer e fortemente sentir sua pequenez." • "O mais forte prazer desta vida é o prazer vão da ilusão." • "Não há maior risco em ser pouco filósofo e pouco sábio do que o de querer sabedoria e filosofia a vida toda." • "O único modo para não fazer conhecer aos outros homens os próprios limites, é não ultrapassá-los nunca mais." • "O conhecimento dos efeitos e a ignorância das causas produz a astrologia." • "Aquele que tem coragem de rir é o dono do mundo." • "As pessoas não são ridículas senão quando não querem parecer ser o que dizem que não são." • "As crianças encontram o tudo em nada. Os homens encontram o nada em tudo." • "O abuso e a desobediência à lei não podem ser impedidos por nenhuma lei." • "Entendo por inocente não aquele que é incapaz de pecar, mas o que peca sem remorsos." • "As lições da desgraça são as sumas lições da vida." • "Aquele que não tem um objetivo raramente sente prazer em qualquer empreendimento." • "A minoria sempre vê melhor as coisas ocultas: a maioria, as evidentes."
Escrito por Rui Werneck de Capistrano ?s 12h26
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O Fantini deu uma melhorada na minha frase:

ARMAS DE FOGO SÃO FACAS DE DOIS GUMES.
Escrito por Rui Werneck de Capistrano ?s 10h33
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o ritmo muito novo
quebra no ouvido
sem sincro-sintonia
o ritmo muito velho
arranha no rame-rame
causa tédio e agonia
bem-vindo rindo
o ritmo velho-novo
do sol do dia-a-dia
Escrito por Rui Werneck de Capistrano ?s 10h14
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Ciranda-cirandinha (entreouvido no boteco)
“Todos os psicólogos deviam consultar-se com psicanalistas que deviam consultar-se com psiquiatras que deviam ser internados no Pinel.”
Escrito por Rui Werneck de Capistrano ?s 10h09
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Breve relato sobre a morte em vida de Richmond Parolin
Richmond Parolin nasceu torto por parte de pai e mãe. Vivia pelas beiras e eiras sem muito que acrescentar no panorama da cultura, do bem-estar e da boa convivência. Richmond Parolin nem tinha esse nome. Tomou-o emprestado de duas caixas de produtos que encontrou num beco qualquer. Nome verdadeiro ele nem tinha, pois havia morrido com três meses e a mãe nem teve tempo de registrá-lo com o nome escolhido: Jorgélio Escombro. Richmond Parolin, já crescido e forte, de uma força extraída de outra improvável força genética, tornou-se opressor dos fortes e bem situados. Ele era detentor de incrível capacidade de amedrontar os ricos com sua presença asquerosa e um reluzente cano curto. Vivia disso, ou seja, do que tirava dos ricos em assaltos à mão armada. Sua figura era respeitada no bairro pobre e retirado onde morava. Impunha um respeito comovente. Até no jornal, onde saiu num dia em que fora preso, tinha cara de famigerado façanhoso.
Certo dia, ele ficou sabendo por uma sortista que ficaria milionário se jogasse na mega sena as dezenas resultantes da troca das letras do seu nome fictício por algarismos. Ele não só fez isso como apostou e ganhou uma mega sena acumulada em R$ 10 milhões. Da noite pro dia, Richmond Parolin mudou de vida. De bravo e respeitado opressor dos ricos, passou a ser reles opressor dos fracos e oprimidos. É que ele abriu uma empresa e virou presidente que massacrava os funcionários com carga horária insuportável, que vigiava o movimento deles pra saber se estavam fazendo corpo mole, que semeava discórdia, que perseguia funcionários, que não pagava horas extras nem registrava ninguém, que burlava o fisco, que passava meses – por prazer – em litígio com ex-funcionários, que, enfim, se tornou um homem de bem com presença nas colunas sociais e em festas concorridas.
Richmond Parolin até se candidatou a um cargo público. Mas, sem sucesso. Teve mulher e filhos. Todos com estudos assegurados e futuro bem guarnecido. Richmond Parolin esteve presente no coquetel da visita de um grande senador da República. E ninguém nem sequer sabia que ele havia morrido com poucos meses de idade. Estava gordo e forte. E sorridente.
Escrito por Rui Werneck de Capistrano ?s 14h35
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Fábulas demenciais 12
O clichê morava numa favela com mil barracos de lata e entulhos. Chovia e ventava por todas as frestas e a luz vinha dos gatos feitos em postes da rodovia. Ele passava os dias lamentando aquela situação devastadora e procurava emprego em vão. Colhia do lixo o que comer e roubava roupas de outros barracos. O protótipo estava se formando, terminando estágio e procurava colocação com um bom currículo escolar. Numa noite de chuva seu isqueiro pifou, ele teve que entrar num bar sujo, logo na entrada da favela. Sua entrada causou certa estranheza. Entre os presentes, o clichê tomava uma purinha no martelo. Ao pegar o isqueiro que o dono do bar estendia, o protótipo esbarrou no braço do clichê que, por isso, derrubou um pouco da cachaça do copo. O protótipo, apesar de sua boa posição social, era, ainda assim, apenas um produto feito pra teste. Na hora, sua reação foi de apenas soltar uma interjeição entre dentes. O clichê, que já estava um pouco alto, resmungou e revidou com um tapa. As coisas esquentaram e no fim sobrou um tiro na barriga do protótipo. Ele agonizou e morreu ali mesmo. O clichê foi aconselhado a se mandar. Na chegada da polícia, ninguém tinha visto e ouvido nada.
Moral: Quando se está quase pronto pro novo, o velho interfere.
Escrito por Rui Werneck de Capistrano ?s 11h35
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Fábulas demenciais 11
Um lobo ia assobiando pela trilha de uma espessa floresta. A ovelha que bicava tranquilamente uma maçã ficou logo excitada. Sabia que podia correr perigo se o lobo sentisse seu cheiro pelo ar fino da tarde. O lobo, no entanto, seguia assobiando e nem prestava atenção ao que ocorria em sua volta. Parecia absorto com seu próprio assobio. Borboletas seguiam as notas pelo ar e dançavam ao redor das árvores. Coelhos brancos de olhos vermelhos e pêlos sedosos aprovavam batendo palmas a música ali debaixo das moitas. A ovelha, porém, achava que sua vida estava em perigo e seu corpo todo tremia. O lobo trocou a música sem perder o rebolado e ia se embrenhando na mata. A ovelha pôs-se a balir alto e a gritar por socorro armando tremendo escarcéu. A lesma e o buldogue, que nem tinham entrado na história, pediram silêncio, pois ela estava atrapalhando o jogo de cartas.
Moral: Nosso umbigo assobia alto. Às vezes até se esgoela.
Escrito por Rui Werneck de Capistrano ?s 18h31
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"Aquele que se tenha erguido acima do cesto das esmolas e não se tenha contentado em viver ociosamente das sobras de opiniões suplicadas, que pôs a funcionar os seus próprios pensamentos para encontrar e seguir a verdade, não deixará de sentir a satisfação do caçador; cada momento da sua busca recompensará os seus dissabores com algum prazer; e terá razões para pensar que o seu tempo não foi mal gasto, mesmo quando não se puder gabar de nenhuma aquisição especial."
John Locke, in 'Ensaio Sobre o Entendimento Humano'
Vou publicar, de agora em diante, algumas passagens de livros de filosofia citados pelo Ecco. Se gostar, use.
Escrito por Rui Werneck de Capistrano ?s 15h11
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 Antilei da telefonia
O celular que mais vezes toca num ambiente cheio de gente é o que tem o som mais chato.
Escrito por Rui Werneck de Capistrano ?s 13h02
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NEURÓBICA
Dicas para prevenir contra o mal de ALZHEIMER apenas exercitando o cérebro: O simples gesto de trocar de mão para escovar os dentes, contrariando a rotina e obrigando a estimulação do cérebro, é uma nova técnica para melhorar a concentração, treinando a criatividade e inteligência e, assim, realizando um exercício de NEURÓBICA. Os autores desta descoberta, Lawrence Katz e Manning Rubin (2000), revelam que a NEURÓBICA, a "aeróbica dos neurônios".
Tente os seguintes exercícios: - use o relógio de pulso no braço direito - escove os dentes com a mão contrária da de costume - ande pela casa de trás para frente (vi na China o pessoal treinando isso num parque) - vista-se de olhos fechados - estimule o paladar, coma coisas diferentes - veja fotos de cabeça para baixo
- veja as horas num espelho - faça um novo caminho para ir ao trabalho - converse com o vizinho que nunca dá bom dia
A proposta é mudar o comportamento rotineiro. Tente, invente, faça alguma coisa diferente e estimule o seu cérebro. Vale a pena tentar! Que tal começar a praticar agora, usando o mouse com a outra mão?
(Roubei esse texto do blogue do escritor Domingos Pellegrini Jr.)
Escrito por Rui Werneck de Capistrano ?s 12h53
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Escrito por Rui Werneck de Capistrano ?s 12h12
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 A leitura é uma forma de felicidade.
Montaigne
Escrito por Rui Werneck de Capistrano ?s 10h47
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 Só para os raros.
Ecos do Ecco.
Apareceu um artigo rápido do Umberto Ecco falando de filosofia. Ele dá dicas de leitura filosófica possível no nosso tempo. Ou seja, filosofia sem todo aquele jargão pesado e indecifrável. Começa por Platão (Críton), passa pela Poética (Aristóteles), segue com De magistro (Santo Agostinho), Oração sobre a dignidade do homem (Pico della Mirandola), uma antologia dos Ensaios (Montaigne), Discurso sobre o método (Descartes), Ensaio sobre o intelecto humano (John Locke), Cândido (Voltaire), Zibaldone (Leopardi), Pesquisas filosóficas (Wittgenstein) e, por fim, o próprio Ecco. Enquanto você lê tudo, vai perdendo novelas, furacões, falcatruas, mensalões, árbitros de futebol corruptos, etc. De minha parte, sugiro um livro só: A sociedade do espetáculo, do francês Guy Debord (‘Doutor em nada’), filósofo, agitador sociall e diretor de cinema, que morreu em 1994. Viveu meio na clandestinidade e sacou tudo o que se passa ainda hoje. Debord é legal, mas não é tão fácil de ler. Porém, passa um rodo em todas as áreas e clareia a visão da gente.
Escrito por Rui Werneck de Capistrano ?s 18h20
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 A primavera de Botticelli... bem diferente da nossa chuvosa e fria.
Escrito por Rui Werneck de Capistrano ?s 17h45
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Noite de gala
 A Célia e eu, antes do baile de 71 anos do Círculo Militar. Muiiito booom!
Escrito por Rui Werneck de Capistrano ?s 17h24
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Escrito por Rui Werneck de Capistrano ?s 14h18
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Rodin
O pensador está nu
mas os pensamentos
são cheios de roupas
Escrito por Rui Werneck de Capistrano ?s 09h46
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pavoneie-se
como o pavão faça tudo bonito por precisão
Escrito por Rui Werneck de Capistrano ?s 09h06
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