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NEOpseudoSUPRAhiperULTRAsuperMEGApower do Werneck |
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 Pra segurar o fim de semana, um Gauguin: Cavalo branco. Segundo uma lenda, muitas pessoas não concordaram com o título, pois não viam um cavalo branco na tela.
...........................Como dizia Bandeira... 'os cavalinhos correndo e nós, os , comendo'.
Escrito por Rui Werneck de Capistrano ?s 18h57
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ROBERT WISE (1914-2005)
O diretor Robert Wise morreu na quarta-feira 14 de setembro, quatro dias depois de completar 91 anos.
Nascido em 10 de setembro de 1914, em Winchester, no Estado norte-americano de Indiana.
Foi editor de "Cidadão Kane" (1941), filme de Orson Welles considerado um dos melhores de todos os tempos. A primeira das sete indicações de Wise ao Oscar.
Oscar de melhor diretor e de melhor filme em 1962, por "Amor, Sublime Amor". Dez Oscars.
Venceu os dois prêmios novamente em 1966, por "A Noviça Rebelde", com Julie Andrews.
Grande Wise. Dois filmes que encantaram toda uma geração. Tive a sorte de ver e rever. Filmes que brilharam justamente quando o Brasil estava se afundando na mais completa escuridão ditatorial.
W,
Escrito por Rui Werneck de Capistrano ?s 10h59
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 De tudo o que li, ultimamente...
Nas minhas andanças peripatéticas entre livros e estrelas, um aforismo da literatura árabe me pegou pelo pé e ficou martelando na cabeça por uns dias. Acho legal quando isso acontece e vou dando corda. E como esse aforismo não se enforcou, passo pra você. Se servir, sirva-se.
“Quando duas pessoas estão juntas, existem, na realidade, seis pessoas: cada uma como se vê a si mesma, cada uma como a outra vê e cada uma como é na realidade.”
Aí, fiquei pensando e vi que ainda existem mais duas pessoas: aquelas que os outros, em torno, vêem.
Escrito por Rui Werneck de Capistrano ?s 11h24
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engula sapos
engula sapos gafanhotos e pererecas
engula livros discos e pastéis de carne
engula carros motos e bicicletas
engula hóstias preces e sermões
engula ruas avenidas e grandes paisagens
engula sonhos desejos e ansiedades
o corpo pede a alma pede a vida pede
que você engula tudo e tudo move
o corpo a alma a vida até chegar a morte
e a morte move os vermes e as estrelas
engula livros motos e pererecas
engula carros discos e grandes paisagens
engula hóstias avenidas e pastéis de carne
engula sonhos sapos e bicicletas
o corpo pede a alma pede a vida pede
que você engula tudo e tudo move
o corpo a alma a vida até chegar a morte
e a morte move os vermes e as estrelas
Escrito por Rui Werneck de Capistrano ?s 18h30
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Quando tiver vontade de ouvir músicas novas e super-selecionadas, dê um clique aqui: www.ultimovolume.com.br/. O site foi feito pelo Striq pro trio Neri/Stecz/Katy Mari. Sensacional!
Escrito por Rui Werneck de Capistrano ?s 15h14
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Bela viola, língua de fora.
Como não é do conhecimento de alguns, sou fissurado em palavras. Li, numa dessas revistas dirigidas, um artigo rápido de um cara chamado Luiz Costa Pereira Junior sobre o peso das palavras usadas pelas empresas. Em resumo, a gente escreve ou fala coisas que não sabe o que realmente significam. Sendo eu publicitário, me babo com a linguagem atual das empresas. Elas querem impor algumas palavras idiotas como ‘gestão’ pra tudo. Até já falei aqui sobre um cartaz grande onde o título era, mais ou menos, assim: Tudo fica melhor com gestão da saúde pela (empresa X). O diabo do redator não atinou pro grave ‘com gestão’. O autor do artigo revela o passado de algumas palavras e é muito interessante. Veja: ‘Líder’ vem do inglês leader, por causa do chumbo (lead) usado nas balas de armas de fogo. ‘Empresa’ vem do latim prehensa, ‘agarrar com força’. Virou também prender e empreender. O ‘trabalho’, até o século VI, significava ‘tortura’ (tripaliare). O mais legal é que ‘negócio’ vem de negotium, que é a negação do otium (ócio). ‘Banco’ vem de banca, mesa dos agiotas medievais nos mercados italianos. Se a banca falia, vinha a banca rupta (latim), banca rotta (italiano), bancarrota (português), bankrupt (falido em inglês). Ah, isso me refresca a alma! Vou perguntar pro Luiz se o livro dele Com a língua de fora é sobre isso. Um manjar dos deuses, se for.
Escrito por Rui Werneck de Capistrano ?s 13h03
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Não exija muito de si pra não virar samba de uma nota só.
Escrito por Rui Werneck de Capistrano ?s 12h14
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“A vida do artista não poderia deixar de ser cheia de conflitos, porque duas forças estão em guerra dentro dele – por um lado, o anseio natural do homem por felicidade, satisfação e segurança, e por outro lado uma paixão cruel pela criação, capaz de ir tão longe a ponto de anular qualquer desejo pessoal. (...) Quase não há exceções à regra de que uma pessoa deve pagar caro pelo divino dom do fogo criativo.” Carl Jung
Só troco no texto acima a palavra artista por arghtista! Werneck
Escrito por Rui Werneck de Capistrano ?s 10h52
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Da série Onívoros Venceremos:
1. O melhor acompanhamento pra qualquer bebida no boteco é devorar as mulheres com os olhos.
2. Tem mulher que quando diz: “Não me encha o saco!” Pode acreditar e sair fora: ela tem.
3. Pra osso duro de roer, língua afiada.
4. Pra digerir os ossos do ofício,
só fazendo das tripas, cérebro.
5. Olimpíadas Eternas:
— Anabolizados, venceremos!
6. As massas são rebanhos de gafanhotos com tendência a virar rodízio de pizza.
7. Quando um lobo veste pele de cordeiro,
recebe sal, pimenta e alecrim de tempero. Antes de ir ao forno.
8. subi naquele morro
pra ver meu amor passar
ela não passou,
peguei a vizinha
9. Se elas me dão, como.
Se deixarem, bebo também.
Werneck
Escrito por Rui Werneck de Capistrano ?s 11h16
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Declarações impostuosas, ano 2005
Esta turma vem com ‘Nietzsche disse, Zola disse’. Pior é o que se declara weberiano até a medula. Ser partidário da planta dos pés ao pontal dos cabelos? Englobar no sangue um sistema filosófico inteiro, sem choro? Quero dizer que trabalho normalmente, estudo normalmente. Não deixo o desejo de conhecer, pelo ato da fusão, o objeto do meu amor interferir na labuta pela sobrevivência, no trabalho de onde tiro o húmus, o sumo, o alimento corporal. Amor é penetração ativa na outra pessoa. Único modo de conhecimento efetivo. Não quero milhões, quero uma resposta para minha pergunta. Mas essa resposta custa milhões de neurônios queimados qual palitos de fósforos. Uma faísca mínima que ilumina uma existência. Tire um tico daqui, taque um tico lá. Componha a sinfonia de nota em nota. Não atropele a corja de violinos ou a sarabanda de flautas. Um saber global, sólido e paquidérmico me dá ânsias. Crio microrrelações lógicas, éticas, estéticas, políticas e metafísicas. E me embrenho na selva mais selvagem do irracionalismo ocidental. Sou palavras, frases, parágrafos. O que se juntar é por livre e espontânea caridade. ‘Nietzsche disse...’ é apenas um cabide à procura de um guarda-roupas. Toque, telefone! Toquem os sinos da mais cruel indiferença. Barbara Black, Ph.D. é agora mais um mistério que se desenha no céu plúmbeo. Enlouqueço mansamente. Desmembrar um fantasma é validar a hipótese de existência de santos e mártires no mesmo barco que fura a tempestade. O santo tentando o milagre de chegar são e salvo. O mártir rezando por mais ventos e borrascas.
Agora são quinze horas. Que horas em Cambridge? Haverá céu estrelado para aconchegar os louros cabelos de Barbara, Ph.D.? Ou o calor do sol abraça sensualmente seu corpo esguio? Me perco no tempo elástico. Vontade de rasgar os mapas todos e retraçar o caminho da Via Láctea. Sabia que o Estreito de Gibraltar já foi conhecido como ‘Pilares de Hércules’?
Levanto esta taça de vinho borbulhante na direção do poente. E renasço.
Por John Lewis Lee, Ph.D.
Escrito por Rui Werneck de Capistrano ?s 10h57
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Pra quem não conhece...
 Alexandre Striq, músico e parceiro. Preparando nosso novo CD.
Escrito por Rui Werneck de Capistrano ?s 14h09
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 Pra lembrar de quando tinha sol... Carol, Milena e Anaïs, no Dia dos Pais.
Escrito por Rui Werneck de Capistrano ?s 13h56
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 Sentiram a minha falta? Acho que não. Como disse O Máscara. Mas, voltei. Sob chuva, frio e derrota humilhante do Coxa. Lendo (via sebo) Verdade Tropical, do Caetano Veloso, e um do Ed MacBain, Salário do Crime (70 centavos apenas!). Fantástico Ed. Ele mistura novela policial com pitadas literárias. Fala de abertura de livros e cita Joyce, do Ulisses, considerada por muitos críticos como a melhor de todas. Grande Ed!
Escrito por Rui Werneck de Capistrano ?s 13h48
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A beleza da tragédia 2
 Uma rua de New Orleans (EUA) depois do Katrina. Falta só um blues comentando a cena.
Escrito por Rui Werneck de Capistrano ?s 13h42
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