NEOpseudoSUPRAhiperULTRAsuperMEGApower do Werneck
  

Sexta-feira? Falando de Trabalho? Arght!

 

Goethe disse: ‘Todo nosso trabalho consiste em estar em repouso’. Quem levantou essa lebre foi André Maurois, escritor e pensador francês. Levantou a lebre, deu uma palmada na bunda dela e repartiu a vida do ‘artista’ em três partes: 1) vida humana normal, 2) meditações e ruminações, 3) trabalho técnico. Traduzindo pra vida de hoje, diria que a parte da vida humana, se o cara é casado, é a única tolerada pela mulher. As duas outras são, normalmente, abominadas pela cara-metade. Se o escritor fica meditando e ruminando, já é convocado pra ir ao supermercado. Se vai ao trabalho técnico, braçal, aí mela tudo. O aspirador, a televisão e o som começam a funcionar no volume máximo. As crianças pedem coisas, o cachorro quer sair, etc. Goethe, eu já disse antes, adotava a técnica de silêncio e má-vontade diante de invasores do seu refúgio. Afastava com mau humor os chatos. Proust escrevia num quarto fechado e forrado de cortiça (era asmático). Nós, pobres modernos, estamos à mercê de tudo no trabalho, em casa, no campo. O ritmo de vida de hoje obriga o autor a ter nervos de aço e maleabilidade de massinha de jardim de infância. É surpreendente que ainda se escreva, pinte, etc.

Nesse mesmo contexto, Marguerite Duras enumerou as coisas que atravancam um processo criativo. A primeira delas reza que o mundo, absolutamente, não pede a ninguém que escreva, pinte, etc. É um apêndice, um opcional. Depois fala de cachorro latindo, visitas, dor de dente, contas a pagar, etc. Chutei essas coisas, mas o que ela escreveu está no mesmo tom. Tudo é contra um processo criativo, no entanto, muita gente produz coisas. Apesar da não remuneração! O maior mistério ainda reside nisso: sem grana na jogada. Num mundo criado e comandado pelo dinheiro, os autores ainda operam amadoristicamente!

Não há fuga possível, nem razão apresentável... eppur si muove!

 



Escrito por Rui Werneck de Capistrano ?s 12h45
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A Célia me contou:

Dizem que Napoleão vestia sempre camisa vermelha quando ia à guerra. Perguntado sobre, respondeu: — Se eu for ferido, não quero que meus soldados parem de lutar ao ver meu sangue.

Aí, o Lula imitou: só usa calça marrom.



Escrito por Rui Werneck de Capistrano ?s 09h42
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6 drops de hortelã

 

A gente está bem quando o futuro chega, empurra os dias pra trás, mas se consegue ficar no presente.

 

Cérebro fechado é igual guarda-chuva fechado: só serve pra bater nos outros.


Só tem uma coisa tão surpreendente como evoluir. É não evoluir.

 

A maior preocupação é chegar um dia e não ter mais preocupações. Mas, aí, já vai ser tarde.

 

O homem foi feito pra guerra. A mulher, pra colocar sal nas feridas.

 

Esperar por acontecimentos novos é o mesmo que aguardar um ataque de índios usando armas a laser.

 



Escrito por Rui Werneck de Capistrano ?s 18h02
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Teatro

 

Almas delicadas

 

(drama em 1 ato)

 

Cenário decorado com objetos de ferro-velho. Luz difusa. Uns fachos mais fortes descem sobre alguns pontos. Gelo seco imita cerração matinal.

 

Entra ator. Espreguiçando. Senta. Toca o celular. Ele se assusta um pouco. Procura nos bolsos. Se atrapalha. Atende. Fala como se tivesse sido acordado.

 

— Alô! Alô! Quem? Ah, você... Pô, tão cedo. Que foi? Calma, fale devagar. Tô meio dormindo. (presta atenção por um bom tempo). Não tô entendendo. (ele tampa o celular com a mão e fala para a platéia) Meu amigo tá me dizendo que sonhou que estava sendo lido por um livro. (volta a falar ao celular) Repita. O que foi? (volta a tampar celular) Ele diz que está com medo. Acha que o livro leu nele coisas que o autor não escreveu. (volta a falar ao celular) Que autor? (presta atenção um tempo e volta a tampar o celular) Ele diz que foi Deus! (presta atenção, de novo) O quê? Mas, o que você tem pra esconder? Não pode impedir um livro de te ler. Se Maomé não vai à montanha... (tenta rir da piada) Sou seu melhor amigo, sim. Não estou rindo. Quer vir aqui? Por quê? Foi sonho. Sonho é sonho. (presta atenção e tenta interromper) Mas... veja... veja... não... é que... mas... Não, não me importo... É que... (grita) quer me escutar? (silêncio. Fala bem pausado) Não é possível você vir aqui porque...  eu não estou em casa. Cara, tô com um problema bem pior que o teu. (olha em volta e se assusta) Fui engolido por um ferro-velho.

 

(pano rápido)



Escrito por Rui Werneck de Capistrano ?s 16h12
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quando um blues

 

quando um blues te pega pelo braço

som seco do vento frio na árvore nua

guitarra atropelando a cara feia da nuvem

quando um blues te pega pela perna

sinal da esquina sempre verde

piano chapinhando na poça d’água

quando um blues te pega pela alma

leveza dos carros enfumaçando a tarde

bateria dando corda nos passos

quando um blues te pega pela vida

ritmo dos corações emparelhando

baixo driblando os pingos da chuva

 



Escrito por Rui Werneck de Capistrano ?s 13h22
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Trebadaço

 

trêbado trêbado trebadaço

trêbado trançando as pernas

trombando transidos transeuntes

pirados piratas no bojo da noite

navios a pique apinhados de gente

 

trêbado trêbado trebadaço

trêbado transando todas

trincando travados e tristes dentes

paródia perfeita de triscados tigres

feras intensas de intenções urgentes

 

trêbado trêbado trebadaço

trêbado torto tragicômico

trambolhão trêfego e transcendente

perdido pateta no porão da vida

fedendo à fossa e muito repelente

 

trêbado trêbado trebadaço

trebadaço travado transeunte

pateta pirado urgente

trançando tigres repelente

fedendo feras transcendente

trêbado trêbado trebadaço

 

(Letra sem música: W)



Escrito por Rui Werneck de Capistrano ?s 13h02
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Pondo a vida em lençóis limpos 

 

Você pode ter tido muitas atividades ou ações forçadas na vida. Mas, nunca uma mais forçada do que a própria vida. Pra acabar com a fome no Brasil é só dar a todos os brasileiros famintos: café da manhã de manhã, almoço ao meio-dia e jantar à noite. Só isso.  Paradoxo: dizem que o melhor afrodisíaco são as asiáticas. Quanto mais ágil o banco, mais ágio. O crime pode ser organizado, mas na hora da fuga, cada um corre pro lado que der. Estilistas, sim, são mágicos: desenham vestidos horrorosos pra ganhar dinheiro com perfume caro. O mundo se divide em oriente e ocidente. O oriente se divide conforme o tamanho da bomba. Quem diz que tem filosofia de vida, tem um slogan. Quem tem um slogan, geralmente não segue. A história passou por aqui, você não estava, e deixou lembranças. Se amigo fosse aquele que aceita você como é, não haveria inimigo. A Fórmula 1 muda tanto que já devia se chamar Fórmula 133 ½ . Ninguém é herói pro seu criado-mudo. Quando uma pessoa não quer saber de alguma coisa, nem tendo a maior inteligência do mundo aprende. A história nasce todos os dias por falha da pílula e morre de coitus interruptus. Se você não sabe o que é um arquétipo, não se preocupe. Ele também não te conhece. A vida vem em ondas. Arreda, tsunami!

 



Escrito por Rui Werneck de Capistrano ?s 10h35
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Pequenos ditos à maneira dos grandes

 

 Dos feios só se deve falar bem pelas costas.  Quem vai na frente, bebe água limpa ou cerveja quente.  O essencial é invisível para os cegos.  Tudo vive de energia solar. Menos o Sol, que morre dela.  Pela imaginação se vai a lugares inimagináveis que nunca estão lá.  Cada um aqui se acha tão justo, bom e digno, que o problema deve ser do Brasil como país.   Quando se chega à maioridade é que se vê que ela não é tão alta. E pode ser alcançada em qualquer idade.  Se futebol tivesse lógica, o maior técnico seria Aristóteles.  Filho pródigo é o que volta pra casa, de preferência, milionário.  Viver de bem com a ex é a pior vingança.  Casa onde entra um ladrão, entra uma quadrilha.  O problema de clamar por Justiça pra si é que existem juízes e justiceiros.  Falar bem do futuro é trair o presente.  Coisa é inexplicável, mas explica tudo.  Vida: não importa o quanto você vai em frente, porque está sempre voltando.  A vida é a arte do encontrão. Depois, se juntam os pedaços.  De grão em grão, a galinha enche o quintal de titica.

 

Werneck, etc. e tchau!



Escrito por Rui Werneck de Capistrano ?s 10h03
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Bück dich!

 

Os slogans se encontram no Arizona.  A intimidade intimida a metade de um casal.  A moeda é a única que não tem duas caras, mas serve a dois senhores. O facínora fascina facilmente.  O anão, sim, tem um gigantesco problema.  Você pode ter dúvida no fim da frase: ponho ponto final ou interrogação?  Entre um inteligente e um idiota não passa um programa de entrevistas da TV.  Lar. Taí uma palavra que já me foi muito familiar.   Você vai se repetindo, se repetindo... até que um dia se sente renovado.  Usava óculos de fundo de garrafa e vivia de cara cheia.  Todos são iguais perante a Lei. Agora, perante os juízes é outra história.  O que não mata, engoda.  Ideal de vida: pensar muito sobre pouca coisa, pouco sobre muita coisa e dispensar o resto.  Quem confunde liberdade com liberalidade, merece ficar livre?  Se você falar pra qualquer celebridade-cometa: ‘Vamos fazer um programa?’ Ela já pensa que é de televisão.  O sol nasce pra todos, mas só de manhã.  A vida é acúmulo de males necessários e bens desnecessários.  Bêbado: taí alguém que deveria ser tombado como patrimônio líquido e histórico.

 

Wern Hic! Hic! Eck! 

 

 



Escrito por Rui Werneck de Capistrano ?s 09h56
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Uma piada pra esquentar. Ouvi ontem.

Diz que as fábricas de cuecas mudaram a numeração agora. Tem P, M, G, GG e PT.



Escrito por Rui Werneck de Capistrano ?s 09h43
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Que Loucura-ura-ura!

 www.izpitera.ru/lj/tetka.swf

Se ela parar, só clicar em cima e...



Escrito por Rui Werneck de Capistrano ?s 18h36
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Escrito por Rui Werneck de Capistrano ?s 16h45
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8,9 milhões de exemplares em 24 horas

8,9 milhões de exemplares em 24 horas

8,9 milhões de exemplares em 24 horas

8,9 milhões de exemplares em 24 horas

8,9 milhões de exemplares em 24 horas

8,9 milhões de exemplares em 24 horas

8,9 milhões de exemplares em 24 horas

8,9 milhões de exemplares em 24 horas

8,9 milhões de exemplares em 24 horas

Harry Potter Harry Potter Harry Potter

24 exemplares em 8,9 milhões de horas

24 exemplares em 8,9 milhões de horas

24 exemplares em 8,9 milhões de horas

24 exemplares em 8,9 milhões de horas

24 exemplares em 8,9 milhões de horas

24 exemplares em 8,9 milhões de horas

24 exemplares em 8,9 milhões de horas

24 exemplares em 8,9 milhões de horas

O conselho O conselho O conselho



Escrito por Rui Werneck de Capistrano ?s 09h12
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Escrito por Rui Werneck de Capistrano ?s 18h36
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Viagem ao centro do Nada

 

Ar-condicionado, micros, scanner, impressoras, rádio. Os barulhos conjugados e contínuos contribuem para que o submarino esteja operando completo. Vamos navegando a cinco mil metros de profundidade. Vozes? Poucas. Cada um atento ao que mostram instrumentos, ponteiros e telas. O som do telefone lá longe aciona um tripulante. Ye-ye, sir! Ele se desloca para o local onde precisam dos seus conhecimentos. Logo volta, recoloca os fones de ouvidos e retoma os cuidados da navegação. O calor dos motores a todo vapor vai invadindo os tripulantes. Dá sensação de sono e tédio. Mas, em cada um deles existe esperança de retorno à superfície com sentimento de dever cumprido. Mas, a espessa escuridão dos abismos impõe silêncio e olhos meio parados, um tanto mais abertos do que o normal. Ninguém disse qual seria a missão, quem é o inimigo, onde está e quanto tempo durará o périplo. Às vezes, há um zunzum, pessoas se mexem mais, ensaiam conversas que logo se quebram e dispersam as palavras. E tudo se acalma. Talvez um tripulante, num raro momento de descanso, pense no que poderia estar pensando seu vizinho sobre tudo isso. Mas o temor de não chegar a lugar nenhum, a nenhum ponto de apoio, logo desestimula. E ele tem que inventar toques nos botões e trocas de tela para garantir que está participando. Mesmo sabendo que nada do que fizer influirá na ordem das coisas, no destino do submarino, no apressamento ou cancelamento da missão. Nenhum tripulante sabe se o que faz tem conexão com o que o outro faz. Mensagem vinda de outro, apontada por ícone no canto da tela, não quer dizer que a comunicação esteja funcionando e perfeita. Pode representar apenas soluço, lágrima, outro ícone sorrindo e desejando bom dia. Mesmo sem que se saiba ao certo se é bom dia ou boa tarde. Não é possível precisar o que o vizinho quis dizer com aquele ícone. Deve-se aceitá-lo e quem sabe retribuir. Mas, sem perder muito tempo escolhendo a mensagem. O arquivo de ícones tem que ser acessado rapidamente. Se alguém de outra sala entra inesperadamente, provoca comoção geral. Troca de olhares rápidos, balanços de cabeça para os lados, repuxamento de lábios e mergulho na tela. A visita percebe que não foi bem acolhida e trata de sair deixando rabo de comentário pretensamente humorístico sobre o tempo. Agora mesmo um entrou e foi friamente recebido. Ele disse que no Alasca deve nevar hoje e fazer muito calor no deserto de Gobi. Nenhuma reação. E assim o submarino segue escuridão adentro. E os tripulantes seguem noutro rumo. Nem sabem se mais ou menos escuro.

 

Werneck, abaixo de zero e da superfície



Escrito por Rui Werneck de Capistrano ?s 11h20
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PÉRIPLOS TROPEÇANTES

As adversidades são nossas melhores adversárias.

Objeções não devem ter objeções para serem objeto de estudos.

 

Com evasivas bem feitas nem é preciso se evadir do local.

 

É lamentável o tanto de lamentação dos cultos religiosos.



Escrito por Rui Werneck de Capistrano ?s 11h15
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A GENTE LUTA, LUTA E LUTA
POR UM LUGAR NA POSTERIDADE.
MAS, ACABA ENTRANDO,
MESMO, É PRA BOSTERIDADE.



Escrito por Rui Werneck de Capistrano ?s 11h10
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Pra quem ainda não conhece um trio de ferro: Caio (BH), Werneck, Fantini (BH). O resto é revista de cosméticos.

Escrito por Rui Werneck de Capistrano ?s 11h07
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Não sei por que ainda insisto...

 

Lendo Paul Valéry, no livro Variedades, encontro algum oxigênio. Respiro à vontade, embora ressabiado. E ainda me pergunto: o que os outros lêem nos meus textos? Já discuti mil anos sobre isso com Tom Capri. E agora mesmo estou admirado de não saber. Valéry tenta me iluminar. Na página 176 do livro encontro o último parágrafo do capítulo Acerca do Cemitério Marinho e me agarro nele. Cemitério Marinho é um poema famoso dele. Valéry compareceu a uma palestra onde um ilustre estudioso destrinçou o poema para os ouvintes. O poeta refletiu sobre as descobertas do palestrante e escreveu o capítulo. Achou, resumindo, ‘singularmente precioso’ o trabalho: como o estudioso procurou as ‘intenções’ do poeta com ‘cuidado e método notáveis’. Sob ‘o olhar de um estranho’, Valéry diz uma coisa interessante: ele (poeta) escreve uma ‘partitura’ e só pode escutar quando é executada pela alma e pelo espírito de outra pessoa. O último parágrafo, vou reproduzir:

“Quanto à interpretação da letra, já me expliquei antes sobre esse ponto; mas nunca será demais insistir: não há sentido verdadeiro de um texto. Não há autoridade do autor. Seja o que for que tenha pretendido dizer, escreveu o que escreveu. Uma vez publicado, um texto é como uma máquina que qualquer um pode usar à vontade e de acordo com seus meios: não é evidente que o construtor use melhor que os outros. Além disso, se ele conhece bem o que quis fazer, esse conhecimento sempre perturba, nele, a perfeição daquilo que fez.”

Fico um pouco aliviado da carga de ser construtor. Mas, no fundo, como blogueiro, não entendo a indiferença do leitor.



Escrito por Rui Werneck de Capistrano ?s 10h54
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Taiwan sob as águas. O que são as tais 'forças
da Natureza', diante da voracidade dos petistas?
Nada



Escrito por Rui Werneck de Capistrano ?s 10h31
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