NEOpseudoSUPRAhiperULTRAsuperMEGApower do Werneck
  

Bem, hoje é sexta e nada aconteceu.
Junto minhas letrinhas e me jogo na estrada.
Até segunda, se tudo correr bem.
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Se quiser...



Escrito por Rui Werneck de Capistrano ?s 18h19
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Gostei dessas invenções. Chamam Plantanimal!

Escrito por Rui Werneck de Capistrano ?s 11h47
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Ed McBain se foi aos 78 em Connecticut (nordeste dos Estados Unidos)

 

Já falei aqui do Ed. Ele é um escritor ‘daqueles’. Do porte, ou melhor que John Fante ou Bukowski. Seus livros sempre têm a ver com delegacias, crimes, policiais em crise. Literatura dita noir. Há muito tempo, quando O Pasquim era vedete da imprensa nacional, o Ivan Lessa deu um toque sobre o Ed. E eu fui atrás do livro Gelo. No mais, aqui, ele tem traduções nas Edições de Ouro. Geralmente, apressadas e pra consumo imediato. O último que li foi A mão sem Corpo, livro quase se desmilingüindo pelo manuseio, comprado no sebo por dois reais. E diz-se que tem edições pela Record. Nunca vi. Se você não conhece o Ed, paciência. Mas, devia. Só pra dar uma pincelada na carreira dele, foi o roteirista de Os pássaros, do Alfred Hitchcock. É pouco? Vendeu mais de 100 milhões de livros pelo mundo. É pouco? Pra chatear, ele escrevia sob diversos pseudônimos.  Se foi ontem como Evan Hunter, seu verdadeiro nome.

 

W,



Escrito por Rui Werneck de Capistrano ?s 09h43
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Suponha-se pra fora daqui.

 

Quem diabos te abraçaria dia e noite, noite e dia com essas 123 atitudes positivas em vendas?  Nunca use pasta de executivo, que fica deitada na mesa. Francamente, ainda não sabe que colocar a pasta em cima da mesa do comprador é tabu? E que, uma vez no chão, a pasta deitada faz você ficar numa posição ridícula quando se abaixar. No colo, quando aberta, ela levanta uma trincheira entre você e o comprador. A pasta em pé é a mais indicada. Ela causa boa impressão aos olhos do comprador e o faz mais receptivo. Claro que a papelada deve estar bem disposta nos compartimentos. Você quer ser vencedor ou mero tirador de pedidos? Analise bem e nunca sente na sala de espera ou na recepção. Crie uma certa aflição na recepcionista ficando em pé. Ela notará que está com pressa e tratará de anunciar logo sua presença. O comprador é uma águia, um lince, um tigre. Ele observa todos os seus movimentos e os transforma em ‘sim’ ou ‘não’. Compro, não compro. Não fume, nem tome café durante a venda. Seja interessante sem se desviar do assunto: venda. Não conte piada, seja sincero e direto. Tempo é dinheiro e sua empolgação deve ser restrita às qualidades do produto e as vantagens para ser adquirido. Ao perguntar: “Como é seu nome?” Se a pessoa responder: “Meu nome é Sônia”, pode chamá-la pelo primeiro nome. Mas, se ela responder: “Meu nome é Sônia da Silva Gomes”, chame-a de Sra. Gomes. Até que ela diga que pode chamar pelo primeiro nome ou que é solteira. Tirado o pedido, retire-se e vá para o hotel descansar. O dia foi puxado e merece um banho, um uísque e... um pensamento libidinoso a respeito da senhora ou senhorita Gomes que, se não fosse cliente importante, com aquelas coxas...



Escrito por Rui Werneck de Capistrano ?s 17h39
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Série de explosões afetam Brasília.

Escrito por Rui Werneck de Capistrano ?s 15h28
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Ernest Lehman se foi aos 89 anos em Los Angeles.

 

Ele roteirizou A noviça rebelde, Quem tem medo de Virginia Woolf, Amor, sublime amor, Intriga internacional, Alô, Dolly!

Isso significa que deu grandes momentos de emoção, alegria e força dramática a milhões de pessoas. Inclusive, eu! Amor, sublime amor é o melhor musical que vi. A noviça rebelde é clássico com todas as letras.

Lehman era de Nova York, legítimo.

 

W,



Escrito por Rui Werneck de Capistrano ?s 10h43
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Quem precisar de uma 'bola de cristal' pra ver o futuro do PT, está aí em cima, brilhando!

Escrito por Rui Werneck de Capistrano ?s 10h23
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PRA DIA DE CHUVA, TÁ MAIS QUE BÃO.

 

Entre auto-análise ou autocrítica,
descubro assombrado
que a escolha está por um hífen!

 

Nossa língua preguiçosa

 

Bacon, buffet, pizza, gourmet, etc. São tantas palavras que freqüentam a nossa língua há tanto tempo e ainda não viraram portuguesas. Temos preguiça, na verdade. E a linguagem escrita é mais delicada quanto à grafia. Acharíamos feio escrever beicom, bifê, píteça, gurmê. Mas esquecemos que bife, sutiã, abajur, relógio e outras já foram estrangeiros. Temos preguiça até de ir ao dicionário e ver que escanear já estava há muito entre nós como escanhoar (passar navalha ou gilete (já foi gillette) a contrapêlo).

 

Quando não há decisão, as alternativas procriam.

 

Homem-bomba é o único do exército
revolucionário que é execrado se volta pra casa vivo.

 

Somos brasileiros. Filhos do Brasil,
muito mal das pernas, e de Brasília, mulher mal-falada.

 

A filosofia ladra e a escuridão passa.

Tenho amigos que estão bebendo muito
e dizem que é por causa da mulher.

Os outros, acredito, bebem por falta de mulher!

Era um cara assim muito chique, muito financeiro.

Na maioria das cidades grandes,
os rios correm no leito de morte.

Poema terminal


Não entro em antro,
nem passeio em passarela.
Não passo perto de poço,

nem diante da casa dela.

Viagens frustradas


Fui ao íntimo, não encontrei o âmago.

Fui ao super, não encontrei o mega.

Fui ao sustentáculo, não encontrei sustento.

Fui ao apogeu, não encontrei o ápice.

Fui ao cedo, não encontrei o matinal.
Fui ao retilíneo, não encontrei justo.
Fui ao lenitivo, não encontrei o bálsamo.

Fui à parcimônia, não encontrei moderação.
Fui ao alicerce, não encontrei fundamento.
Fui ao andaime, acabei estatelado no chão.

 



Escrito por Rui Werneck de Capistrano ?s 15h44
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As delícias do Céu que tem perto de casa

 

 

Dante imaginou o Inferno como um lago gelado onde todos os sentimentos morrem. Sartre pintou o Inferno como lugar exíguo, fechado, com duas mulheres e um homem. Inferno é o sufoco de uma relação. Imagino Inferno como Sufoco Gelado. Não tem espadas de fogo, línguas flamejantes, espetos incandescentes, nem carrancas expelindo pus, rios de lavas, gritos de horror. Nenhuma imundície rolando ou membros arrancados, pestilências e água escaldante ou câmaras de podridão ou tortura. Tudo isso é muito humano.

Calculo o Inferno apenas como Sufoco Gelado subindo dos pés à cabeça. Sinistramente, silenciosamente, congelante. Depois, nada. Silêncio e névoa.
Se dizem que o Paraíso é o dolce far niente, o nirvana... o Inferno é o não poder fazer. Querer e não poder. Paralisia gelada. A indiferença do outro lado.
Vá procurar os caminhos do Céu e do Inferno em todas as gravuras e pinturas antigas. Bosch fica parecendo jardim de infância perto das orgias dos sites pornôs da internet. Bruegel é santo padre. Tudo muito colorido, explosivo e humano.
Pobre Corão que descreve o Céu como lugar onde abundam, jardins, fontes, vinho e virgens encantadoras. Tudo é permitido, mas tudo isso é muito humano. São apenas delícias que eram proibidas aqui na Terra. Permitir lá, num lugar onde ninguém tem inveja, é pregar no deserto. No Inferno, encontrar demônios alados é apenas figura de retórica. Aqui já temos todos os demônios. O nosso Céu é pegar o proibido, aqui mesmo. Quem quer ser Caronte e receber a moeda da boca do cadáver? No entanto, a Felicidade na Terra é essa. Cada moeda que pegamos para nós, vem da boca de um morto.
A sexta-feira expira. O Apocalipse mesmo é muito humano. Um homem-bomba com carga suficiente para detonar a Terra inteira. Mas o sussurro do gelo sufocando é imbatível. Articulações enregeladas, alma dura, pensamentos formando estalactites. O frio, o frio, o frio... e o nada.

 

 



Escrito por Rui Werneck de Capistrano ?s 15h38
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Uma palavra fora posta do lugar...

 

Voltaire volteou o dedo no ar e sentenciou: — Uma posta fora palavra do lugar... – e tentou corrigir-se a tempo, mas o relógio escapou pela janela voando. Dando tratos à bola, amaciando no joelho e rolando até o pé em concha, ele lembrou de um contemporâneo que usava e abusava de palavras esdrúxulas e tentou: — Uma posta lugar do palavra fora... – parou e resolveu que consultaria os búzios. Foi quando Hemingway entrou na sala, colocou o tigre abatido no sofá, encostou o rifle na parede, tirou do bolso da camisa o vidro de uísque e tomou um gole longo e pingante na roupa. Aí, vendo que Voltaire estava aflito, disse: — Reescrevi trinta vezes o último parágrafo de Adeus às armas antes de me sentir satisfeito. – deixou-se cair no sofá e ficou tagarelando com o tigre abatido. Voltaire voltou à carga: — Uma do lugar fora palavra posta... – calou e escutou a risada larga de Georges Simenon atrás da cortina e, logo depois, o comentário: “Corto adjetivos, advérbios e todo tipo de palavra que está lá só para fazer efeito.” — Caro Georges – disse Hemingway. – , veja que belo exemplar abati logo ali no quintal. Creio que ele é jovem: nem usa bengala! – e riu desbragadamente, já exalando uísque. Voltaire dava voltas pela sala e queria concatenar as idéias: — Posta palavra do lugar uma fora... – parou e viu o Coelho Branco entrando pela porta, lépido, arrumando os óculos, e perguntando: — Com licença, Vossa Majestade, devo começar por onde? – Pensando que fosse com ele, Hemingway não resistiu: — Ah, se eu tivesse aquele rifle ao meu alcance. Um tiro e o texto está pronto. – riu de novo. Simenon balançou a cabeça desaprovando. Na pele do Rei, Lewis Carroll é que teve que acalmar Hemingway e responder: — Comece pelo começo e vá até o fim. Então, pare. – Tudo parecia ter voltado ao normal. Mas, Voltaire resolveu se concentrar, pedir silêncio e dizer: — Uma fora palavra posta do estraga lugar mais bonito o pensamento. — Todos aplaudiram e o uísque foi generosamente servido. O Coelho Branco não bebeu, por motivos religiosos.

 

Werneck, fora editor do lugar



Escrito por Rui Werneck de Capistrano ?s 15h33
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Galumphing neles!

 

Galumphing um dos primitivos talentos que caracterizam as formas de vida mais evoluídas. Galumphing é a enorme indisciplina e a aparentemente incansável energia e disposição que demonstram para brincadeira os filhotes de animais, crianças – e também comunidades e civilizações primitivas. Galumphing é também a aparentemente inútil elaboração e ornamentação da atividade. Galumphing é excesso, desperdício, exagero. Galumphing é pular em vez de andar, escolher um caminho teatral em vez do eficiente. Galumphing é criar obstáculos no caminho só pra desfrutar do prazer de vencer. Galumphing é o divertimento durante o trabalho sério.

 

 

Ramdom House Dictionary: galumphing vem do verbo to galumph: mover-se pesadamente, desajeitadamente. Talvez uma invenção de Lewis Carrol, a partir dos termos gallop e triumphant (galope + triunfante) (Alice através do espelho).

 

From de book: Ser criativo, Stephen  Nachmanovitch

Werneck, editor de brincadeira



Escrito por Rui Werneck de Capistrano ?s 14h50
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Escrito por Rui Werneck de Capistrano ?s 14h04
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FIM DE CARREIRA, MAS SEM CORRERIA.

 

Pode me contradizer, doutor, mas o único

que está os dias contados é o calendário.

 

Dúvidas da certeza

 

É difícil aprender o certo.

O errado nasce com a gente.

Se na nossa vida o que fazemos
de errado fosse o certo,
como seria difícil errar pra
fazer certo!

 

Imaginação verdadeira

 

Se você desse asas de verdade
à sua imaginação,

Iria voar bem lá no alto
e ela ficaria presa aqui no
chão.



Escrito por Rui Werneck de Capistrano ?s 09h16
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Teste de DNA

 

Muitos homens são levados a

reconhecer a paternidade de uma criança.

Nenhum foi, ainda, obrigado

a reconhecer a fraternidade de ninguém.

 

Liberdade, liberdade, abre as asas sobre nós!

Mas não cague na nossa cabeça.

 

O amor é cego. E cada amante faz do outro
a bengala que puder.

 

Nanografia

 

Há um gigantesco chilrear de passarinhos

na apoteose máxima do estonteante crepúsculo.

 

Longevidade é uma corrida bem devagar

pra se chegar na idade mais avançada possível.



Escrito por Rui Werneck de Capistrano ?s 09h15
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A Justiça é cega. Por isso distribui bengaladas
a torto e a direito!

 

Creio que não tenho Fé.

 

Faz tempo que não temos um daqueles ataque de
patriotismo.

Será porque... não temos mais amor à pátria ou

porque já venderam e entregaram a pátria?

 

Agência de Propaganda

 

Quando uma boa idéia morre, um anjo suspira no céu.

Ô, vamos parar com essa gemedeira toda aí em cima?!

 

Herança é uma coisa que não deixo pra ninguém,
mas nem morto!

 

Tanto Karl Marx quanto Groucho Marx estão tão
fora de moda que, pra gente dar uma risada hoje,
só se alguém escrevesse O CAPITAL – UM
TRAPALHÃO NA ILHA DA FRATERNIDADE.

 

História é uma coisa que acontece bem depois, nos livros.

 

A Lei é burra, mas é Lei.

 

Melhor ser juiz no Inferno do que réu no Céu.

 

Sou do tempo em que a juventude era uma coisa só pra jovens.

 

A língua não vem da boca.



Escrito por Rui Werneck de Capistrano ?s 09h14
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A notória indiferença do mundo. A indiferença é muito mais notada do que a presença, o incentivo, o estímulo, a apreciação. Ela se faz presente, puxa nosso tapete, brinca na nossa cama, amarra os cadarços do sapato e marca cestas de três pontos. Você grita, a indiferença põe cortiça nas paredes e portas duplas na entrada. Você pede ajuda, ela vira as costas e assobia música sertaneja. Você vibra pelo achado lingüístico, ela está na frente da tevê. A indiferença provoca cirrose, hipertensão, solidão galopante. Você acredita que chegou ao âmago da questão, ela está na praia tomando Sol. A indiferença é a lipoaspiração da alma. Ame a indiferença e o mundo será seu.



Escrito por Rui Werneck de Capistrano ?s 09h11
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LONGE DE MIM ESTAS IDÉIAS!

 

Tudo o que pode ser complicado deve ser complicado para facilitar o desentendimento. Dieta de internauta: papo-furado não enche barriga.  Você pode ser rico e fingir-se de pobre. Mas o contrário é que é bem mais interessante.  Sem paixão não tem tesão.  O otimista aceita o pão nosso de cada dia com bromato. O pessimista reclama: “Não tem margarina?”  Não há lei tão ruim que não possa de pior aplicada.  O doce na vitrina é sempre maior do que no prato.  Nossa liberdade vai até aonde alguém chega e diz: “Pare!”  Não é a juventude que vai embora. Nós é que cansamos de correr atrás dela.  O pior da pobreza é se acostumar com ela.  Mais curiosos foram para o inferno do que pecadores.  A vida em sociedade é boa, mas não seria ótima se todos dormissem na mesma cama.  Dizer que liberdade é isso ou aquilo, que vai até ali ou até lá... Pronto, já começou a prisão.  A vida espiritual exige solidão. Por isso, as pessoas procuram avidamente a vida social.  Morrer acreditando que a verdade sobreviverá é morrer duas vezes. O som da vida é mono.   Se Deus é que põe os pensamentos contraditórios na nossa cabeça, ele também se contradiz.  A paciência só não salva da morte.   Contradizer-se é quando fica o não dito pelo dito.  A música funciona melhor quando, além de conduzir o espírito, ajuda o corpo a se mexer.  Nunca ninguém se acha preparado para a morte, mas poucos estão preparados para a vida.  Sobrevida não quer dizer vida melhor.  A única razão para que a gente busque a verdade é nosso fascínio por artigos escassos.  Depois de uma hora numa sala de bate-papo da internet, ninguém mais pode falar mal do papo estranho dos surfistas.  Mesmo que todos estivessem aqui, alguém lembraria de alguém que estaria faltando. Portanto, comecemos a festa!  Se você não aprender quando criança, vai ter de ensinar quando adulto.  A mentira é mais importante e tem mais usos que a verdade. A verdade só serve para acabar com o papo. A mentira viaja muito mais na imaginação.  Sempre escuto uma música como se só tivesse aquela oportunidade de escutá-la.  Só de achar que tudo está bem, o otimista já não está bem.  Todo mundo que busca o paraíso perdido nunca este lá.  Nós falamos demais e os outros ouvem de menos.  Existem pessoas que acreditam que sobrevivem só porque acreditam que a verdade sobreviverá.  A sociedade de consumo está seca.

 

 



Escrito por Rui Werneck de Capistrano ?s 09h09
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Escrito por Rui Werneck de Capistrano ?s 09h03
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