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NEOpseudoSUPRAhiperULTRAsuperMEGApower do Werneck |
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pEOPLE & aRTS.
Se você é de Curitiba e Região Metropolitana, ligue-se na 99,5 FM às 22 horas de hoje, sexta-feira. O Último Volume vai arrasar.
Ouça e passe adiante.
Escrito por Rui Werneck de Capistrano ?s 13h29
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Detectando e amplificando a respiração coletiva
Você pode olhar o passado com olhos de perto ou de longe. Você pode olhar o futuro com olhos firmes ou mortiços. Você pode olhar o presente com olhos secos ou perscrutantes. O resto é sobressalto na madrugada – paraíso fictício onde se encontram razão e emoção, alegria e beleza, raridade e surpresa. Mediocridade não é o mais baixo de tudo, é apenas o meio. No extremo, o começo. O cansaço que espera no fim do sono sem sonhos. Tente fazer tudo para não entender uma certa coisa acontecida e o entendimento te persegue dia e noite. A clara visão, as arestas mais afiadas, os desníveis perigosos – tudo aparece em letras bem definidas. Tente entender e saltam para longe os diabinhos da razão. Réculer pour mieux sauter. O essencial é elemento padrão de compromisso. Se você se chamasse Kierkegaard teria um peso muito grande sobre os ombros e descansaria carregando pedras. Repouso não casa com raposa. Você tem alguma aguda sensação sobre o que está acontecendo com o ser humano? Salta da tela da televisão algum presságio de sete cabeças? Consegue desenhar um arco-íris invertido na cara enferruscada do tempo? Na pizza que entregam na tua casa vem escrito o poema que pinta a alma com cores da aurora boreal? Quando pensamos com fúria estamos roubando das coisas todo o relevo. Pairam sobre todos as asas periféricas da distração. Desejo e repulsa se atraem e se repelem. Escolha seu promontório, suas armas, seus alvos. Estrela de agudas pontas – recolha os instintos gregários, afugente os satélites, rechace as constelações, ignore as galáxias. Vasto cometa de estáticas faculdades – atrele-se uma cauda de poeira de falsos sentimentos e miríades de mãos estendidas com punhos fechados. Desejo vem de de-sidere – ‘longe da estrela’. Teu destino brilhará para sempre nos céus mais escuros. Mas não haverá nenhum telescópio assestado na tua direção. Teu rastro será feito de lágrimas e lama.
Do livro Fragmentos em frangalhos (inédito) de John Lewis Lee, Ph.D
Escrito por Rui Werneck de Capistrano ?s 10h07
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Escrito por Rui Werneck de Capistrano ?s 10h00
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VIVER
É... GANHAR
AS BATALHAS
TODAS ,
MAS PERDER
A GUERRA.
Escrito por Rui Werneck de Capistrano ?s 09h58
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 Errata: Se coração tivesse pescoço, quantos de nós já estariam enforcados!
Escrito por Rui Werneck de Capistrano ?s 14h30
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A PIOR CHUVA EM 38 ANOS...
 Sampa sob chuva, chuva sobre Sampa: o que sobrar é lucro.
Escrito por Rui Werneck de Capistrano ?s 14h20
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Manual de redação e estilo
Com uma chuvarada dessas, talvez a coisa mais certa seja falar de microorganismos. Posso falar à vontade, pois estão em toda parte. Nunca vou falar pelas costas de um deles. Sabe-se que tem três categorias de deterioração de alimentos. A primeira é a deterioração óbvia, causada pelo crescimento visível de micróbios, usualmente fungos ou bactérias pigmentadas, como no pão. Curioso é que nos deliciamos com o queijo ‘azul’, coberto de fungos (Penicillinum roquefort) e nos recusamos a comer um pedaço de pão contaminado por fungos bem semelhantes. O segundo tipo é menos óbvio, mas se torna evidente pela leve descoloração e pelo cheiro, como no leito azedo ou pão amolecido. O terceiro tipo é a contaminação por Salmonella sp ou Staphylococcus aureus, sem mostrar, no entanto, sinais externos dela. Só depois que o alimento é consumido e causa envenenamento é que damos conta dos fungos.
Nas frutas e verduras, batidas facilitam o ataque dos microorganismos. Apodrecem por bactérias. Geralmente a Erwinia caratovora e as espécies relacionadas, assim como espécies de Pseudomonas. Quase todas as verduras com baixo teor de ácidos são atacadas. Cenouras, aipo e batatas são as mais comumentemente atacadas. Apodrecem por fungos, também. Tem um monte de microorganismos com nomes como Alternaria, Rhizopus, Peronospora, Phtophthora, Fusarium, Diplodia, Phomopis, Aspergillus, Botrytis, Penicillium, Bacillus, Streptococcus, Micrococcus, Achromobacter, Proteus, Aerobacter, etc. Eles atacam produtos fermentados, os que contêm açúcar, os enlatados, os derivados de leite, as carnes e os peixes. Em suma, os microorganismos não perdoam. E, por falar em chuva, em água, os peixes se autolisam mais facilmente do que a carne. Os microorganismos do tubo digestivo invadem as vísceras logo após a morte. Os gram-negativos Pseudomonas, Achromobacter e Flavobacterium dão as caras. Aguarde o filme-catástrofe. Era isso.
W,
Escrito por Rui Werneck de Capistrano ?s 16h24
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Escrito por Rui Werneck de Capistrano ?s 09h40
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Tudo dá samba. Se não dá, dá rock.
Alguns leitores podem estar achando que puxei o freio de mão. Ou estou ‘preguiçando’. Acho que estou mais pra Nouvelle Vague. Tipo O Eclipse, do qual revi um trecho na televisão dia desses. Nesse filme, mesmo com a quebra da Bolsa, a agitação toda dos que perderam milhões na Itália, tudo é vai-não-vai, expectativa sem ar, planos (de cinema) parados. O blogue está assim. Nesse momento, prefiro jogar sinuca do que me preocupar com o que colocar aqui. E olhe que sou difícil de desistir de alguma coisa. Fica tudo no famoso banho-maria. Arre, estou farto de teorias! Preciso ouvir mais música!
W,
Escrito por Rui Werneck de Capistrano ?s 18h35
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TITANIC E O CINEMA AO FUNDO
Já fui cinéfilo. Não desses de decorar a ficha técnica inteira do filme ou ir ao delírio diante dos cineastas. Ia muito ao cinema. Lá por 66/67, assistia a uns seis filmes por semana em festivais. Eram os famosos filmes de arte franceses, italianos, poloneses. E toda a raça norte-americana e inglesa. Naquele tempo a televisão era zero de influência. No cinema, a gente viajava. Foram tantas emoções, hahahaha! De repente, hoje, o Almir Feijó me manda o livro dele: Descríticas (316 filmes). Entre tapas e beijos, o Almir vai de filme em filme e conta o que achou deles. O que mais me chamou a atenção, apenas folheando, é que os filmes estão velhos! São todos das décadas de 50, 60, 70. Dos ‘novos’, quase não vi nenhum. Até o Titanic já é de 1997! E eu não vi. O bom do livro é que se pode voltar no tempo e lembrar quem trabalhou, quem fez a música, etc. Mas, depois desses filmes que hoje são campeões de trucagens, efeitos especiais e ritmo alucinante não sei o que dizer dos filmes antigos. Não dá nem pra recomendar, pois as pessoas têm outro tipo de expectativa. Um filme que se arraste um pouco na narração já deixa impaciente. Mudamos muito. Se você perguntar pra alguém o que achou de um filme, pode contar com um ‘duca’ ou ‘meia-boca’. A discussão ‘estética’ esvaziou-se. E, quando existe, a linguagem é aquela acadêmica chata dos tempos antigos. Gostaria de ter, hoje, aquela ingenuidade dos tempos em que ia ver faroestes. Torcendo pelo mocinho, batendo os pés no chão quando havia ação, avisando o mocinho do perigo, esperando o beijo final. E, depois, saindo do cinema cheio de alegria. Não queria saber do making-of, dos truques, dos efeitos – ‘de como foi feito’. 
W,
Escrito por Rui Werneck de Capistrano ?s 16h29
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